Teia

A teia é movimento que persiste Em sua paciência. Como Ariadne costurando umbrais Para que Teseu possa vir do nada. Por Daniel Faria, in Poesia, Explicação do labirinto, Edições Quasi,...

Truta

1. As tuas pintas cor de fogo não as apaga a água, a água doce e fria dos rios da montanha. Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, S...

Tordo(s)

1. De tão longe vem o tordo para nos dizer que no Inverno também há frutos.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Sete...

Toupeira

Um bicho verdadeiramente apaixonado pela intimidade da terra.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página...

Tarde

No Verão   os pés da tarde crescem tanto, dentro dos sapatos do dia,   que a noite tem dificuldades em caminhar.   Por César Augusto Romão, in Tanto ar, P...

Til

1. Quem inventou o til era marinheiro, seguramente.   Por Augusto Baptista, in Histórias de coisa nenhuma e outras pequenas significâncias, Campo das Letras, novembro de 2000, ...

Tavira 1944

…as crianças riscavam a cal com os seus gritos cresciam para a morte com grandes olhos claros ou ramos cegos.   Por Eugénio de Andrade, Antologia breve, Editora Limiar, página 7...

Tangerina

Pequena deusa, os seus gnomos arquivam o sol.   Por Francisco Duarte Mangas e João Pedro Mésseder, in Breviário do Sol, Editorial Caminho, Janeiro de 2002, página 71.

Tempestade

1. Ataque de espirros dos deuses.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 66.   2. Concerto a v...

Tromba-d’água

Instrumento musical tangido pelo deus das tempestades.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 66.   ...

Tubarão

Peixe graúdo, gosta de comer o peixe miúdo, forma de se sentir senhor das águas.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004...

Torre dos Clérios

Torre de pedra e nuvem De pássaros de fogo De corpo de mulher Torre de tudo e de quanto O sonho a palavra o canto Pode e quer.   Por Luís Veiga Leitão, in A bicicle...

Trilhos

os nossos projectos de fuga do formigueiro da régua   Por João Rios, Aprendizagem Balnear, Cadernos do Grito, página Itinerários da tortura.

Terra

Esta nossa terra portuguesa vai pela costa fora sempre de braços abertos para o mar, estreitando-o amorosamente contra si.   Por Raul Brandão, in Os Pescadores, Estante Editora, 2...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Rui Moreira (1956)

E peço-lhe desculpa se o refiro desta forma tão crua. Diz a senhora presidente que a delegação do Porto não tinha competências técnicas e, por isso, não se justificava a manutenção. De facto, Senhor Ministro, há muitos anos que os intermediários financeiros se queixavam que para qualquer assunto se viam obrigados a deslocarem-se à sede da CMVM em Lisboa. Exatamente p...

Rua da Estrada romana

UM soldado romano e uma estrada é uma daquelas parelhas que não causa qualquer surpresa. É como um semáforo ou uma placa de sinalização de trânsito ou um polícia sinaleiro se fosse cruzamento e se os tempos e circunstâncias fossem diferentes. Não teria havido império se não houvesse uma rede de estradas que chegasse a todas as terras dos bárbaros, sistema de circulação por onde se drenavam riquezas e impostos para Roma, por onde se movimentavam as legiões, a lei e o latim – uma barbaridade de dispositivos técnicos, legais, linguísticos, bélicos, logísticos, simbólicos… para manter um poder ass...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

Piano não deveria ter letras pretas, letras brancas, para teclar?

Errata

Na campanha do perfume CR7, onde se lê “Dê o seu melhor de si”, deve ler-se “Dê-me o seu melhor de si”, por PML