Trovão

/ 309 leituras
O trovão ilumina A vigília Por Daniel Faria, in Poesia, Explicações das árvores e de outros animais, Edições Quasi, 1.ª edição, Novembro de 2003, página 274.

T

/ 88 leituras
O T distinguia-se por uma teimosia tão tenaz que roçava a estupidez. Era o género de sujeito que chega a qualquer lado a ali se planta como se fosse em sua casa. Viesse alguém reclamar, metê...

Teia

/ 417 leituras
A teia é movimento que persiste Em sua paciência. Como Ariadne costurando umbrais Para que Teseu possa vir do nada. Por Daniel Faria, in Poesia, Explicação do labirinto, Edições Quasi,...

Truta

/ 539 leituras
1. As tuas pintas cor de fogo não as apaga a água, a água doce e fria dos rios da montanha. Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, S...

Tordo(s)

/ 333 leituras
1. De tão longe vem o tordo para nos dizer que no Inverno também há frutos.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Sete...

Toupeira

/ 348 leituras
Um bicho verdadeiramente apaixonado pela intimidade da terra.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página...

Tarde

/ 314 leituras
No Verão   os pés da tarde crescem tanto, dentro dos sapatos do dia,   que a noite tem dificuldades em caminhar.   Por César Augusto Romão, in Tanto ar, P...

Til

/ 328 leituras
1. Quem inventou o til era marinheiro, seguramente.   Por Augusto Baptista, in Histórias de coisa nenhuma e outras pequenas significâncias, Campo das Letras, novembro de 2000, ...

Tavira 1944

/ 340 leituras
…as crianças riscavam a cal com os seus gritos cresciam para a morte com grandes olhos claros ou ramos cegos.   Por Eugénio de Andrade, Antologia breve, Editora Limiar, página 7...

Tangerina

/ 284 leituras
Pequena deusa, os seus gnomos arquivam o sol.   Por Francisco Duarte Mangas e João Pedro Mésseder, in Breviário do Sol, Editorial Caminho, Janeiro de 2002, página 71.

Tempestade

/ 351 leituras
1. Ataque de espirros dos deuses.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 66.   2. Concerto a v...

Tromba-d’água

/ 331 leituras
Instrumento musical tangido pelo deus das tempestades.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 66.   ...

Tubarão

/ 352 leituras
Peixe graúdo, gosta de comer o peixe miúdo, forma de se sentir senhor das águas.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004...

Torre dos Clérios

/ 342 leituras
Torre de pedra e nuvem De pássaros de fogo De corpo de mulher Torre de tudo e de quanto O sonho a palavra o canto Pode e quer.   Por Luís Veiga Leitão, in A bicicle...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Rui Rio (1957)

As pessoas que durante um ano e tal andaram a procurar destruir o partido, a destruir a minha liderança, a destruir a direção nacional, fizeram tudo o que estava ao seu alcance para isso, e chegar à última da hora [para] aparecer e dizer que dão um grande apoio é uma situação hipócrita.

Rota das Pirâmides

O EXÓTICO é um desejo; uma máquina de sedução; um domínio geo-semântico que designa um território imenso e quente, desconfinado, longínquo e incerto onde existem coisas estereotipadas, espécie de adereços e ambiências como o cheiro das especiarias, as trovoadas tropicais, as araras, as odaliscas, as palmeiras, os batuques, os camelos, e as pirâmides, por exemplo. O exotismo alimenta-se da nostalgia, do espaço e do tempo, como memória de uma idade de ouro em paragens remotas e tempos perdidos. Depois de Napoleão ter regressado a França após a Batalha das Pirâmides e se terem difundido as his...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 504 leituras
Quem cobre todas as propostas evita resfriados?