Teia

/ 237 leituras
A teia é movimento que persiste Em sua paciência. Como Ariadne costurando umbrais Para que Teseu possa vir do nada. Por Daniel Faria, in Poesia, Explicação do labirinto, Edições Quasi,...

Truta

/ 351 leituras
1. As tuas pintas cor de fogo não as apaga a água, a água doce e fria dos rios da montanha. Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, S...

Tordo(s)

/ 197 leituras
1. De tão longe vem o tordo para nos dizer que no Inverno também há frutos.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Sete...

Toupeira

/ 186 leituras
Um bicho verdadeiramente apaixonado pela intimidade da terra.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página...

Tarde

/ 180 leituras
No Verão   os pés da tarde crescem tanto, dentro dos sapatos do dia,   que a noite tem dificuldades em caminhar.   Por César Augusto Romão, in Tanto ar, P...

Til

/ 188 leituras
1. Quem inventou o til era marinheiro, seguramente.   Por Augusto Baptista, in Histórias de coisa nenhuma e outras pequenas significâncias, Campo das Letras, novembro de 2000, ...

Tavira 1944

/ 175 leituras
…as crianças riscavam a cal com os seus gritos cresciam para a morte com grandes olhos claros ou ramos cegos.   Por Eugénio de Andrade, Antologia breve, Editora Limiar, página 7...

Tangerina

/ 164 leituras
Pequena deusa, os seus gnomos arquivam o sol.   Por Francisco Duarte Mangas e João Pedro Mésseder, in Breviário do Sol, Editorial Caminho, Janeiro de 2002, página 71.

Tempestade

/ 179 leituras
1. Ataque de espirros dos deuses.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 66.   2. Concerto a v...

Tromba-d’água

/ 181 leituras
Instrumento musical tangido pelo deus das tempestades.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 66.   ...

Tubarão

/ 181 leituras
Peixe graúdo, gosta de comer o peixe miúdo, forma de se sentir senhor das águas.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004...

Torre dos Clérios

/ 195 leituras
Torre de pedra e nuvem De pássaros de fogo De corpo de mulher Torre de tudo e de quanto O sonho a palavra o canto Pode e quer.   Por Luís Veiga Leitão, in A bicicle...

Trilhos

/ 190 leituras
os nossos projectos de fuga do formigueiro da régua   Por João Rios, Aprendizagem Balnear, Cadernos do Grito, página Itinerários da tortura.

Terra

/ 163 leituras
Esta nossa terra portuguesa vai pela costa fora sempre de braços abertos para o mar, estreitando-o amorosamente contra si.   Por Raul Brandão, in Os Pescadores, Estante Editora, 2...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Eduardo Vítor Rodrigues (1971)

NÃO vamos licenciar novas construções. Vamos legalizar casas e empresas com histórico. São empresas consolidadas no território e também é uma forma de evitar que, por falta de uma licença, possam decidir abandonar Gaia e estabelecer-se em concelhos vizinhos, retirando de cá postos de trabalho.

Rua da Estrada do Futuro

ADIVINHAR o futuro ainda é para muitos uma espécie de bruxedo do antigamente. Consultava-se o mediador comunicante com o insondável para que ele nos antecipasse os nossos medos e esperanças; jogavam-se os dados e as cartas, observava-se o voo das aves, ouvia-se a voz da vidente, do oráculo, da sacerdotisa ou do feiticeiro em busca de interpretações, de enigmas premonitórios que sugeriam isto ou aquilo. O futuro é um tempo problemático. Cronos, o deus grego, tanto era entendido como uma divindade do tempo cíclico das colheitas – por isso era representado com uma gadanha que depois passou a s...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 509 leituras
Bater no ceguinho dá cadeia?