Teia

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A teia é movimento que persiste Em sua paciência. Como Ariadne costurando umbrais Para que Teseu possa vir do nada. Por Daniel Faria, in Poesia, Explicação do labirinto, Edições Quasi,...

Truta

/ 423 leituras
1. As tuas pintas cor de fogo não as apaga a água, a água doce e fria dos rios da montanha. Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, S...

Tordo(s)

/ 234 leituras
1. De tão longe vem o tordo para nos dizer que no Inverno também há frutos.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Sete...

Toupeira

/ 248 leituras
Um bicho verdadeiramente apaixonado pela intimidade da terra.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página...

Tarde

/ 218 leituras
No Verão   os pés da tarde crescem tanto, dentro dos sapatos do dia,   que a noite tem dificuldades em caminhar.   Por César Augusto Romão, in Tanto ar, P...

Til

/ 228 leituras
1. Quem inventou o til era marinheiro, seguramente.   Por Augusto Baptista, in Histórias de coisa nenhuma e outras pequenas significâncias, Campo das Letras, novembro de 2000, ...

Tavira 1944

/ 234 leituras
…as crianças riscavam a cal com os seus gritos cresciam para a morte com grandes olhos claros ou ramos cegos.   Por Eugénio de Andrade, Antologia breve, Editora Limiar, página 7...

Tangerina

/ 200 leituras
Pequena deusa, os seus gnomos arquivam o sol.   Por Francisco Duarte Mangas e João Pedro Mésseder, in Breviário do Sol, Editorial Caminho, Janeiro de 2002, página 71.

Tempestade

/ 231 leituras
1. Ataque de espirros dos deuses.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 66.   2. Concerto a v...

Tromba-d’água

/ 231 leituras
Instrumento musical tangido pelo deus das tempestades.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 66.   ...

Tubarão

/ 236 leituras
Peixe graúdo, gosta de comer o peixe miúdo, forma de se sentir senhor das águas.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004...

Torre dos Clérios

/ 242 leituras
Torre de pedra e nuvem De pássaros de fogo De corpo de mulher Torre de tudo e de quanto O sonho a palavra o canto Pode e quer.   Por Luís Veiga Leitão, in A bicicle...

Trilhos

/ 246 leituras
os nossos projectos de fuga do formigueiro da régua   Por João Rios, Aprendizagem Balnear, Cadernos do Grito, página Itinerários da tortura.

Terra

/ 223 leituras
Esta nossa terra portuguesa vai pela costa fora sempre de braços abertos para o mar, estreitando-o amorosamente contra si.   Por Raul Brandão, in Os Pescadores, Estante Editora, 2...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Rui Rio (1957)

Ich weiss nicht, was sie sagen" ("Não sei do que falam").

Rota das Pirâmides

O EXÓTICO é um desejo; uma máquina de sedução; um domínio geo-semântico que designa um território imenso e quente, desconfinado, longínquo e incerto onde existem coisas estereotipadas, espécie de adereços e ambiências como o cheiro das especiarias, as trovoadas tropicais, as araras, as odaliscas, as palmeiras, os batuques, os camelos, e as pirâmides, por exemplo. O exotismo alimenta-se da nostalgia, do espaço e do tempo, como memória de uma idade de ouro em paragens remotas e tempos perdidos. Depois de Napoleão ter regressado a França após a Batalha das Pirâmides e se terem difundido as his...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 611 leituras
O telemóvel é um meio de incomunicação?