Teia

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A teia é movimento que persiste Em sua paciência. Como Ariadne costurando umbrais Para que Teseu possa vir do nada. Por Daniel Faria, in Poesia, Explicação do labirinto, Edições Quasi,...

Truta

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1. As tuas pintas cor de fogo não as apaga a água, a água doce e fria dos rios da montanha. Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, S...

Tordo(s)

/ 277 leituras
1. De tão longe vem o tordo para nos dizer que no Inverno também há frutos.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Sete...

Toupeira

/ 295 leituras
Um bicho verdadeiramente apaixonado pela intimidade da terra.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página...

Tarde

/ 259 leituras
No Verão   os pés da tarde crescem tanto, dentro dos sapatos do dia,   que a noite tem dificuldades em caminhar.   Por César Augusto Romão, in Tanto ar, P...

Til

/ 267 leituras
1. Quem inventou o til era marinheiro, seguramente.   Por Augusto Baptista, in Histórias de coisa nenhuma e outras pequenas significâncias, Campo das Letras, novembro de 2000, ...

Tavira 1944

/ 280 leituras
…as crianças riscavam a cal com os seus gritos cresciam para a morte com grandes olhos claros ou ramos cegos.   Por Eugénio de Andrade, Antologia breve, Editora Limiar, página 7...

Tangerina

/ 234 leituras
Pequena deusa, os seus gnomos arquivam o sol.   Por Francisco Duarte Mangas e João Pedro Mésseder, in Breviário do Sol, Editorial Caminho, Janeiro de 2002, página 71.

Tempestade

/ 283 leituras
1. Ataque de espirros dos deuses.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 66.   2. Concerto a v...

Tromba-d’água

/ 276 leituras
Instrumento musical tangido pelo deus das tempestades.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 66.   ...

Tubarão

/ 293 leituras
Peixe graúdo, gosta de comer o peixe miúdo, forma de se sentir senhor das águas.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004...

Torre dos Clérios

/ 287 leituras
Torre de pedra e nuvem De pássaros de fogo De corpo de mulher Torre de tudo e de quanto O sonho a palavra o canto Pode e quer.   Por Luís Veiga Leitão, in A bicicle...

Trilhos

/ 294 leituras
os nossos projectos de fuga do formigueiro da régua   Por João Rios, Aprendizagem Balnear, Cadernos do Grito, página Itinerários da tortura.

Terra

/ 289 leituras
Esta nossa terra portuguesa vai pela costa fora sempre de braços abertos para o mar, estreitando-o amorosamente contra si.   Por Raul Brandão, in Os Pescadores, Estante Editora, 2...

Tabuleta Digital

Sete Perguntas

Vai no Batalha

Rui Moreira (1956)

NÃO preciso de citar ninguém para dizer que esse comentário [de eleitoralismo] ilustra bem a visão populista de quem esteve distraído por ocasião da conferência de imprensa que demos em Gaia ou por ocasião da cimeira de Sintra.

Rua da Estrada do cada um por si

O PRINCÍPIO ideológico que regula a selva global do capitalismo está a reduzir a fanicos o pouco do solidário que a sociedade tinha: cada um por si, portanto. Não há contos de crianças. Há folhas de cálculo, discursos cinzentos em economês, correctíssimos, e conversas blindadas sobre o efeito da subida de uma taxa nos santos espíritos das hormonas da outra, sobre a sustentabilidade seja lá do que for e assim por diante de palavras feitas de ração granulada e chumbo derretido. Os lugares do Estado e da Política foram tomados de assalto pela ceifeira-debulhadora-enfardadeira da máquina do dinhei...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

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Que eu é aquele que te olha ao espelho?