Artigos na categoria Letra R

Puseram-nos rodilhas à cabeça Um modo antigo de nos virem coroar Por Daniel Faria, in Poesia, Últimas explicações, Explicação dos cântaros, Ediçõe...

Ninguém ama tanto o silêncio - raízes Por Jorge Sousa Braga, in O poeta nu , Epístola sobre o silêncio, Assírio & Alvim, 2.ª edição, abril de...

A terra escondeu nas entranhas as suas lágrimas de sangue para que ninguém as pudesse ver Por Jorge Sousa Braga, in O poeta nu , Rubis, Assírio &...

1. Riacho a riacho vai enchendo o rio o papo. Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004,...

1. Rios - alegria móvel da Terra abrindo bocas nos fraguedos nus. Por Luís Veiga Leitão, in A bicicleta e outros poemas, Associação dos Jornali...

Sortido indistinto de pedaços de biscoitos que saíram partidos do forno.   Por Dora Mota in Cheira bem, cheira a Paupério

Fatal distracção, escrevi um g no sítio de r!   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Set...

As rugas dos teus olhos são linhas de água onde corre o ouro que neles sobra   Por Luís Veiga Leitão, in A bicicleta e outros poemas,...

1. rebanho, melancolia sem chocalho a diluir-se no monte   Por Francisco Duarte Mangas, in A fome apátrida das aves, Modo de ler, ...

A raposa sete manhãs de janeiro   o preço de ter uma pele.   Por Francisco Duarte Mangas, in A fome apátrida das aves, Mod...

O dó dos ricos é o sol dos pobres.   Por Augusto Baptista, in Histórias de coisa nenhuma e outras pequenas significâncias, Campo das Letras...

…e por Antínoo e todo o amor da terra juro que vi a luz tornar-se pedra.   Por Eugénio de Andrade, Antologia breve, limiar, página 71.

…onde o pólen das palavras se desprende e dança dança dança até ao rio.   Por Eugénio de Andrade, Antologia breve, Editora Limiar, página ...

Única ave que, após trabalhos da Criação, preferiu ficar a viver no fundo do mar.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in B...

Vai no Batalha

PARA nós, importante é que Gaia passou ao verde. Era um velho objetivo. Gaia esteve durante muitos anos em situação de ilegalidade no cumprimento das metas e do endividamento. Gaia respira melhor e está fora das amarras do endividamento excessivo. Está provado que é possível ter uma cidade digna e de boas contas mas que cresça.

Rua da Estrada

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PARA memória futura antes que a tinta desbote, fica registado que este galo é de Barcelos, das terras de Prado onde se fazia muita telha, louça e figu...

Enigmatógrafo

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Seríamos mais felizes com ouro para todos às mãozadas?