Rodilhas

/ 170 leituras
Puseram-nos rodilhas à cabeça Um modo antigo de nos virem coroar Por Daniel Faria, in Poesia, Últimas explicações, Explicação dos cântaros, Edições Quasi, Novembro de 2003, página 95.

Raiz

/ 148 leituras
Ninguém ama tanto o silêncio - raízes Por Jorge Sousa Braga, in O poeta nu , Epístola sobre o silêncio, Assírio & Alvim, 2.ª edição, abril de 2014, página 341.

Rubi(s)

/ 101 leituras
A terra escondeu nas entranhas as suas lágrimas de sangue para que ninguém as pudesse ver Por Jorge Sousa Braga, in O poeta nu , Rubis, Assírio & Alvim, 2.ª edição, abril de 2014, p...

Riacho

/ 178 leituras
1. Riacho a riacho vai enchendo o rio o papo. Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 47. 2. Há um rio perdido ...

Rio(s)

/ 226 leituras
1. Rios - alegria móvel da Terra abrindo bocas nos fraguedos nus. Por Luís Veiga Leitão, in A bicicleta e outros poemas, Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, página...

Raleiro

/ 214 leituras
Sortido indistinto de pedaços de biscoitos que saíram partidos do forno.   Por Dora Mota in Cheira bem, cheira a Paupério

Rato

/ 127 leituras
Fatal distracção, escrevi um g no sítio de r!   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página 49.

Rugas

/ 127 leituras
As rugas dos teus olhos são linhas de água onde corre o ouro que neles sobra   Por Luís Veiga Leitão, in A bicicleta e outros poemas, Associação dos Jornalistas e Homens de ...

Rebanho

/ 131 leituras
1. rebanho, melancolia sem chocalho a diluir-se no monte   Por Francisco Duarte Mangas, in A fome apátrida das aves, Modo de ler, página 71.   2. a O rebanho...

Raposa

/ 134 leituras
A raposa sete manhãs de janeiro   o preço de ter uma pele.   Por Francisco Duarte Mangas, in A fome apátrida das aves, Modo de ler, página 134.

Ricos

/ 118 leituras
O dó dos ricos é o sol dos pobres.   Por Augusto Baptista, in Histórias de coisa nenhuma e outras pequenas significâncias, Campo das Letras, novembro de 2000, página 96.

Roma

/ 131 leituras
…e por Antínoo e todo o amor da terra juro que vi a luz tornar-se pedra.   Por Eugénio de Andrade, Antologia breve, limiar, página 71.

Rua Duque de Palmela, 111

/ 139 leituras
…onde o pólen das palavras se desprende e dança dança dança até ao rio.   Por Eugénio de Andrade, Antologia breve, Editora Limiar, página 71.

Raia

/ 124 leituras
Única ave que, após trabalhos da Criação, preferiu ficar a viver no fundo do mar.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 200...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Jorge Nuno Pinto da Costa (1937)

Nas duas últimas jornadas, voltámos ao passado. Para mim, o VAR só tem sido negativo. Quando não há uniformidade de critérios, tem de ser negativo. É inconcebível tanto o que se passou nas Aves, com um penálti não assinalado que nem precisava de VAR, como aquele fora de jogo assinalado no FC Porto-Benfica. Esse é para o Guinness.

Rua da Estrada não se sabe de quê

TEMOS uma extrema necessidade de dar nomes às coisas. Pensamos, talvez, que as coisas não podem existir se não tiverem nomes ou se, baralhados os nomes, confundidos ou trocados, também se confundissem as coisas acabando por colapsar por crise crónica de identidade, anomia ou anonimato. Como pensamos o mundo com palavras, tudo o que não tiver palavras ou palavra que não tenha mundos, se precipitará infinitamente por abismos abertos entre mundos desconhecidos. Dito isto, pensamos também que uma vez as coisas nomeadas por palavras, se perderiam se não fossemos capazes de classificar famílias d...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 299 leituras
Há relógios à prova de vinho?

Errata

/ 299 leituras
No título da notícia publicada no JN de 12 de dezembro de 2017, página 12, onde se lê, “PCP critica Governo refém do capital”, deve ler-se, “PCP refém do Governo critica capital”, por PML