Rodilhas

/ 270 leituras
Puseram-nos rodilhas à cabeça Um modo antigo de nos virem coroar Por Daniel Faria, in Poesia, Últimas explicações, Explicação dos cântaros, Edições Quasi, Novembro de 2003, página 95.

Raiz

/ 214 leituras
Ninguém ama tanto o silêncio - raízes Por Jorge Sousa Braga, in O poeta nu , Epístola sobre o silêncio, Assírio & Alvim, 2.ª edição, abril de 2014, página 341.

Rubi(s)

/ 148 leituras
A terra escondeu nas entranhas as suas lágrimas de sangue para que ninguém as pudesse ver Por Jorge Sousa Braga, in O poeta nu , Rubis, Assírio & Alvim, 2.ª edição, abril de 2014, p...

Riacho

/ 286 leituras
1. Riacho a riacho vai enchendo o rio o papo. Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 47. 2. Há um rio perdido ...

Rio(s)

/ 320 leituras
1. Rios - alegria móvel da Terra abrindo bocas nos fraguedos nus. Por Luís Veiga Leitão, in A bicicleta e outros poemas, Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, página...

Raleiro

/ 297 leituras
Sortido indistinto de pedaços de biscoitos que saíram partidos do forno.   Por Dora Mota in Cheira bem, cheira a Paupério

Rato

/ 188 leituras
Fatal distracção, escrevi um g no sítio de r!   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página 49.

Rugas

/ 184 leituras
As rugas dos teus olhos são linhas de água onde corre o ouro que neles sobra   Por Luís Veiga Leitão, in A bicicleta e outros poemas, Associação dos Jornalistas e Homens de ...

Rebanho

/ 196 leituras
1. rebanho, melancolia sem chocalho a diluir-se no monte   Por Francisco Duarte Mangas, in A fome apátrida das aves, Modo de ler, página 71.   2. a O rebanho...

Raposa

/ 203 leituras
A raposa sete manhãs de janeiro   o preço de ter uma pele.   Por Francisco Duarte Mangas, in A fome apátrida das aves, Modo de ler, página 134.

Ricos

/ 177 leituras
O dó dos ricos é o sol dos pobres.   Por Augusto Baptista, in Histórias de coisa nenhuma e outras pequenas significâncias, Campo das Letras, novembro de 2000, página 96.

Roma

/ 194 leituras
…e por Antínoo e todo o amor da terra juro que vi a luz tornar-se pedra.   Por Eugénio de Andrade, Antologia breve, limiar, página 71.

Rua Duque de Palmela, 111

/ 232 leituras
…onde o pólen das palavras se desprende e dança dança dança até ao rio.   Por Eugénio de Andrade, Antologia breve, Editora Limiar, página 71.

Raia

/ 178 leituras
Única ave que, após trabalhos da Criação, preferiu ficar a viver no fundo do mar.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 200...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Eduardo Vítor Rodrigues (1971)

NÃO vamos licenciar novas construções. Vamos legalizar casas e empresas com histórico. São empresas consolidadas no território e também é uma forma de evitar que, por falta de uma licença, possam decidir abandonar Gaia e estabelecer-se em concelhos vizinhos, retirando de cá postos de trabalho.

Rua da Estrada do Futuro

ADIVINHAR o futuro ainda é para muitos uma espécie de bruxedo do antigamente. Consultava-se o mediador comunicante com o insondável para que ele nos antecipasse os nossos medos e esperanças; jogavam-se os dados e as cartas, observava-se o voo das aves, ouvia-se a voz da vidente, do oráculo, da sacerdotisa ou do feiticeiro em busca de interpretações, de enigmas premonitórios que sugeriam isto ou aquilo. O futuro é um tempo problemático. Cronos, o deus grego, tanto era entendido como uma divindade do tempo cíclico das colheitas – por isso era representado com uma gadanha que depois passou a s...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 509 leituras
Bater no ceguinho dá cadeia?