R

/ 146 leituras
O R, de origem obscura e plebeia, fora ensinado a ronronar entre vogais, mas a páginas tantas começou a sentir-se muito pouco consoante. Apetecia-lhe ruminar, ranger, rosnar, rugir, mostrar ...

Rodilhas

/ 452 leituras
Puseram-nos rodilhas à cabeça Um modo antigo de nos virem coroar Por Daniel Faria, in Poesia, Últimas explicações, Explicação dos cântaros, Edições Quasi, Novembro de 2003, página 95.

Raiz

/ 398 leituras
Ninguém ama tanto o silêncio - raízes Por Jorge Sousa Braga, in O poeta nu , Epístola sobre o silêncio, Assírio & Alvim, 2.ª edição, abril de 2014, página 341.

Rubi(s)

/ 331 leituras
A terra escondeu nas entranhas as suas lágrimas de sangue para que ninguém as pudesse ver Por Jorge Sousa Braga, in O poeta nu , Rubis, Assírio & Alvim, 2.ª edição, abril de 2014, p...

Riacho

/ 454 leituras
1. Riacho a riacho vai enchendo o rio o papo. Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 47. 2. Há um rio perdido ...

Rio(s)

/ 589 leituras
1. Rios - alegria móvel da Terra abrindo bocas nos fraguedos nus. Por Luís Veiga Leitão, in A bicicleta e outros poemas, Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, página 5...

Raleiro

/ 477 leituras
Sortido indistinto de pedaços de biscoitos que saíram partidos do forno.   Por Dora Mota in Cheira bem, cheira a Paupério

Rato

/ 355 leituras
Fatal distracção, escrevi um g no sítio de r!   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página 49.

Rugas

/ 345 leituras
As rugas dos teus olhos são linhas de água onde corre o ouro que neles sobra Por Luís Veiga Leitão, in A bicicleta e outros poemas, Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Port...

Rebanho

/ 368 leituras
1. rebanho, melancolia sem chocalho a diluir-se no monte   Por Francisco Duarte Mangas, in A fome apátrida das aves, Modo de ler, página 71.   2. a O rebanho...

Raposa

/ 371 leituras
A raposa sete manhãs de janeiro   o preço de ter uma pele.   Por Francisco Duarte Mangas, in A fome apátrida das aves, Modo de ler, página 134.

Ricos

/ 345 leituras
O dó dos ricos é o sol dos pobres.   Por Augusto Baptista, in Histórias de coisa nenhuma e outras pequenas significâncias, Campo das Letras, novembro de 2000, página 96.

Roma

/ 349 leituras
…e por Antínoo e todo o amor da terra juro que vi a luz tornar-se pedra.   Por Eugénio de Andrade, Antologia breve, limiar, página 71.

Rua Duque de Palmela, 111

/ 425 leituras
…onde o pólen das palavras se desprende e dança dança dança até ao rio.   Por Eugénio de Andrade, Antologia breve, Editora Limiar, página 71.

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Rui Rio (1957)

As pessoas que durante um ano e tal andaram a procurar destruir o partido, a destruir a minha liderança, a destruir a direção nacional, fizeram tudo o que estava ao seu alcance para isso, e chegar à última da hora [para] aparecer e dizer que dão um grande apoio é uma situação hipócrita.

Rota das Pirâmides

O EXÓTICO é um desejo; uma máquina de sedução; um domínio geo-semântico que designa um território imenso e quente, desconfinado, longínquo e incerto onde existem coisas estereotipadas, espécie de adereços e ambiências como o cheiro das especiarias, as trovoadas tropicais, as araras, as odaliscas, as palmeiras, os batuques, os camelos, e as pirâmides, por exemplo. O exotismo alimenta-se da nostalgia, do espaço e do tempo, como memória de uma idade de ouro em paragens remotas e tempos perdidos. Depois de Napoleão ter regressado a França após a Batalha das Pirâmides e se terem difundido as his...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 504 leituras
Quem cobre todas as propostas evita resfriados?