Rodilhas

/ 326 leituras
Puseram-nos rodilhas à cabeça Um modo antigo de nos virem coroar Por Daniel Faria, in Poesia, Últimas explicações, Explicação dos cântaros, Edições Quasi, Novembro de 2003, página 95.

Raiz

/ 271 leituras
Ninguém ama tanto o silêncio - raízes Por Jorge Sousa Braga, in O poeta nu , Epístola sobre o silêncio, Assírio & Alvim, 2.ª edição, abril de 2014, página 341.

Rubi(s)

/ 202 leituras
A terra escondeu nas entranhas as suas lágrimas de sangue para que ninguém as pudesse ver Por Jorge Sousa Braga, in O poeta nu , Rubis, Assírio & Alvim, 2.ª edição, abril de 2014, p...

Riacho

/ 342 leituras
1. Riacho a riacho vai enchendo o rio o papo. Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 47. 2. Há um rio perdido ...

Rio(s)

/ 395 leituras
1. Rios - alegria móvel da Terra abrindo bocas nos fraguedos nus. Por Luís Veiga Leitão, in A bicicleta e outros poemas, Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, página...

Raleiro

/ 349 leituras
Sortido indistinto de pedaços de biscoitos que saíram partidos do forno.   Por Dora Mota in Cheira bem, cheira a Paupério

Rato

/ 244 leituras
Fatal distracção, escrevi um g no sítio de r!   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página 49.

Rugas

/ 232 leituras
As rugas dos teus olhos são linhas de água onde corre o ouro que neles sobra   Por Luís Veiga Leitão, in A bicicleta e outros poemas, Associação dos Jornalistas e Homens de ...

Rebanho

/ 243 leituras
1. rebanho, melancolia sem chocalho a diluir-se no monte   Por Francisco Duarte Mangas, in A fome apátrida das aves, Modo de ler, página 71.   2. a O rebanho...

Raposa

/ 266 leituras
A raposa sete manhãs de janeiro   o preço de ter uma pele.   Por Francisco Duarte Mangas, in A fome apátrida das aves, Modo de ler, página 134.

Ricos

/ 230 leituras
O dó dos ricos é o sol dos pobres.   Por Augusto Baptista, in Histórias de coisa nenhuma e outras pequenas significâncias, Campo das Letras, novembro de 2000, página 96.

Roma

/ 238 leituras
…e por Antínoo e todo o amor da terra juro que vi a luz tornar-se pedra.   Por Eugénio de Andrade, Antologia breve, limiar, página 71.

Rua Duque de Palmela, 111

/ 303 leituras
…onde o pólen das palavras se desprende e dança dança dança até ao rio.   Por Eugénio de Andrade, Antologia breve, Editora Limiar, página 71.

Raia

/ 213 leituras
Única ave que, após trabalhos da Criação, preferiu ficar a viver no fundo do mar.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 200...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Rui Rio (1957)

Ich weiss nicht, was sie sagen" ("Não sei do que falam").

Rota das Pirâmides

O EXÓTICO é um desejo; uma máquina de sedução; um domínio geo-semântico que designa um território imenso e quente, desconfinado, longínquo e incerto onde existem coisas estereotipadas, espécie de adereços e ambiências como o cheiro das especiarias, as trovoadas tropicais, as araras, as odaliscas, as palmeiras, os batuques, os camelos, e as pirâmides, por exemplo. O exotismo alimenta-se da nostalgia, do espaço e do tempo, como memória de uma idade de ouro em paragens remotas e tempos perdidos. Depois de Napoleão ter regressado a França após a Batalha das Pirâmides e se terem difundido as his...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 610 leituras
O telemóvel é um meio de incomunicação?