Reticências

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1. como pedras no leito do rio, arcaica travessia se mavios...

Relâmpago

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cavalos de fogo que esbracejam sobre o arvoredo Francisco...

Romãzeira

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A romãzeira é uma árvore que sorri: o sol abre a boca às rom...

Receio

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Os homens do campo, fruto de valentias remotas, no lugar de ...

Roubo

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quem reincide no roubo perde estatuto de artista. roubo de ...

Rumor

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A realidade é caprichosa. Disse rumor, e não queria. Escasse...

R

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O R, de origem obscura e plebeia, fora ensinado a ronronar e...

Rodilhas

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Puseram-nos rodilhas à cabeça Um modo antigo de nos virem c...

Raiz

/ 516 leituras
Ninguém ama tanto o silêncio - raízes Por Jorge Sousa B...

Rubi(s)

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A terra escondeu nas entranhas as suas lágrimas de sangue ...

Riacho

/ 562 leituras
1. Riacho a riacho vai enchendo o rio o papo. Por Joã...

Rio(s)

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1. Rios - alegria móvel da Terra abrindo bocas nos fragued...

Raleiro

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Sortido indistinto de pedaços de biscoitos que saíram partid...

Rato

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Fatal distracção, escrevi um g no sítio de r!   P...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Bragança Fernandes (1948)

O seu (José Vieira de Carvalho) maior orgulho era a Maia. A Maia que ele sonhou, que ele conquistou, e que irrompeu das suas fronteiras em direcção ao cume dos Municípios. Viveu pela Maia e pela Maia morreu. 

Rua da Estrada de Arbo

Texto e foto de Álvaro Domingues

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

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Chegaremos aos quatrocentos?