Cristina Azevedo, 44 anos

/ 4644 leituras
RECUSOU um ministério por não se achar tecnicamente preparada. Mas aceitou presidir à Fundação Cidade de Guimarães, tendo a sua saída sido envolta em polémica. CRISTINA AZEVEDO, 44 anos, é u...

José Carlos Loureiro: a serena e honesta prática do ofício de arquitecto

/ 4175 leituras
NOTA PRÉVIA:  No início deste ano, a prestigiada publicação O Tripeiro, da Associação Comercial do Porto, pediu-me para escrever um texto sobre a figura e a obra do arquitecto José Carlos Lo...

História breve de Rui Costa (1972-2012)

/ 4077 leituras
UI Costa desapareceu deste mundo quando os seus últimos versos vieram ao mundo. Vida e morte não marcaram hora nem lugar, mas encontraram-se a 5 de janeiro. Ao mesmo tempo que família e amig...

Sonia Delaunay (1885-1979)

/ 3978 leituras
PINTORA francesa de origem russa, Sara Stern nasceu em Gradizhsk (Ucrânia), em 1885. Em 1910, casou em segundas núpcias com o pintor francês Robert Delaunay, um dos precursores da pintura ab...

Maria de Sousa, 72 anos

/ 3822 leituras
MARIA de Sousa, 72 anos, investigadora na área da Imunologia, foi galardoada este ano com o Prémio Universidade de Coimbra. Aluna na Faculdade de Medicina de Lisboa, saiu como bolseira par...

Manuel João Gomes Branco (1945)

/ 3781 leituras
MANUEL João Gomes Branco nasceu na Póvoa de Varzim em 1945. Frequentou o segundo ciclo na antiga Escola Comercial, actual Rocha Peixoto, e tornou-se mecânico de bicicletas e motorizadas. Tam...

Homenagem ao professor Adão Campos (1964-2016) no Dia Mundial da Poesia

/ 3768 leituras
NASCI em Rebordosa (Paredes) e fui viver para Valongo com poucos meses de idade. Só ia a Rebordosa nas férias da escola. Até à adolescência era o paraíso na terra. O Adão Campos (1964-2016) ...

António Pedro, encenador e poeta partiu há 45 anos

/ 3556 leituras
ANTÓNIO Pedro morreu há 45 anos. Foi muito mais do que um homem de teatro, cujo nome está indelevelmente ligado ao TEP-Teatro Experimental do Porto, uma das instituições culturais portuenses...

Chegaram os Corvos-marinhos!

/ 3208 leituras
EM meados do presente mês foi visível a chegada de alguns exemplares de Corvos-marinhos ao Estuário do Douro, mais propriamente a espécie Corvo-marinho-de-faces-brancas (Phalacrocorax carbo)...

A casa perfeita de Álvaro Siza Vieira, filho

/ 3108 leituras
ÁLVARO Leite Siza Vieira. O filho de um dos maiores nomes da arquitectura portuguesa também projecta casas de sonho com traço único e vanguardista. E não apenas para os outros - a Casa Fez é...

Manuel António Pina: “Mundo das palavras é uma aventura”

/ 3014 leituras
MANUEL António Pina, poeta, cronista, escritor e jornalista, recentemente galardoado com o Prémio Camões 2011, revela-nos, com o discurso cativante que o caracteriza, a sua relação com a e...

Catarina Pinto vence concurso “Jovens Tradutores”

/ 2711 leituras
CATARINA Pinto, da Escola Secundária de Rio Tinto, é a vencedora (em Portugal) do concurso “Jovens Tradutores”, iniciativa promovida pela Comissão Europeia. A jovem estudante de Gondomar con...

Carlos Tê. “O que eu queria era ser músico”

/ 2516 leituras
FOI difícil apanhar Carlos Tê para uma conversa que se queria longa. Não por má vontade do letrista, mas por culpa dos ensaios a propósito do espectáculo de hoje no CCB: "Carta Branca a Carl...

Mariana Monteiro, 39 anos

/ 2360 leituras
É PROVÁVEL que o seu nome ainda faça correr muita tinta. Gostaria de viajar por todos os sítios por onde ainda não viajou, gosta dos Contos de Amor de Hermann Hess e de sardinhas assadas com...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Eduardo Vítor Rodrigues (1971)

NÃO vamos licenciar novas construções. Vamos legalizar casas e empresas com histórico. São empresas consolidadas no território e também é uma forma de evitar que, por falta de uma licença, possam decidir abandonar Gaia e estabelecer-se em concelhos vizinhos, retirando de cá postos de trabalho.

Rua da Estrada do Futuro

ADIVINHAR o futuro ainda é para muitos uma espécie de bruxedo do antigamente. Consultava-se o mediador comunicante com o insondável para que ele nos antecipasse os nossos medos e esperanças; jogavam-se os dados e as cartas, observava-se o voo das aves, ouvia-se a voz da vidente, do oráculo, da sacerdotisa ou do feiticeiro em busca de interpretações, de enigmas premonitórios que sugeriam isto ou aquilo. O futuro é um tempo problemático. Cronos, o deus grego, tanto era entendido como uma divindade do tempo cíclico das colheitas – por isso era representado com uma gadanha que depois passou a s...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 377 leituras
Bater no ceguinho dá cadeia?