Granja

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A Granja é o sítio do mundo de que eu mais gosto. Há aqui qualquer alimento secreto. Por Sophia de Mello Breyner Adresen, Granja, Setembro de 1944

G

/ 72 leituras
O G sofria de gaguez crónica. Por isso era muito metido consigo. Também padecia de uma grande paixão secreta pelo C e em tudo tentava imitá-lo. Infelizmente o seu amado já tinha com que se c...

Guarda-rios

/ 154 leituras
É tão difícil guardar um rio quando ele corre dentro de nós Por Jorge Sousa Braga, in O poeta nu , O guarda-rios, Assírio & Alvim, 2.ª edição, abril de 2014, página 103.

Galho (s)

/ 274 leituras
1. Sob a teia de sombra dos galhos outonais, Por Jorge de Sena, verso do poema Dia de sol, in Coroa da Terra (1946), obra dedicada à cidade do Porto e ao poeta Ribeiro Couto e A BULA d...

Galo

/ 190 leituras
Do cume da madrugada manda os vassalos libertar o dia.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página 29.

Golfinho

/ 153 leituras
Sem golfinhos a tristeza dos oceanos seria infinita.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página 30.

Gralha

/ 192 leituras
Ave que cultiva a arte poética: passa a vida a recriar palavras a reinventar a língua.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Ca...

Garfo

/ 175 leituras
O tímido garfo ascende pela claridade , cresce descativo da memória que o abriga.   Por Francisco Duarte Mangas, in A fome apátrida das aves, Modo de ler, página 35.

Giestas

/ 187 leituras
o oiro florido das giestas debruça-se na estrada   Por Francisco Duarte Mangas, in A fome apátrida das aves, Modo de ler, página 162.

Girassol

/ 202 leituras
«Compact disc» dos templos fenícios.   Por Francisco Duarte Mangas e João Pedro Mésseder, in Breviário do Sol, Editorial Caminho, Janeiro de 2002, página 63.

Guarda-sol

/ 205 leituras
Paramilitar sazonal; hiberna, como todos os animais de sangue frio, na estação dos musgos.   Por vezes designa também o cofre líquido onde o sol é guardado quando anoitece; está p...

Galocha

/ 192 leituras
Bota dos homens que temem a mordedura da água.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 59.

Geada

/ 207 leituras
Água que passa as noites de Inverno fora de casa.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 59.

Gelo

/ 187 leituras
Estado mais teimoso da água.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 59.

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Eduardo Vítor Rodrigues (1971)

NÃO vamos licenciar novas construções. Vamos legalizar casas e empresas com histórico. São empresas consolidadas no território e também é uma forma de evitar que, por falta de uma licença, possam decidir abandonar Gaia e estabelecer-se em concelhos vizinhos, retirando de cá postos de trabalho.

Rua da Estrada do Futuro

ADIVINHAR o futuro ainda é para muitos uma espécie de bruxedo do antigamente. Consultava-se o mediador comunicante com o insondável para que ele nos antecipasse os nossos medos e esperanças; jogavam-se os dados e as cartas, observava-se o voo das aves, ouvia-se a voz da vidente, do oráculo, da sacerdotisa ou do feiticeiro em busca de interpretações, de enigmas premonitórios que sugeriam isto ou aquilo. O futuro é um tempo problemático. Cronos, o deus grego, tanto era entendido como uma divindade do tempo cíclico das colheitas – por isso era representado com uma gadanha que depois passou a s...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 509 leituras
Bater no ceguinho dá cadeia?