Granja

/ 131 leituras
A Granja é o sítio do mundo de que eu mais gosto. Há aqui qualquer alimento secreto. Por Sophia de Mello Breyner Adresen, Granja, Setembro de 1944

G

/ 121 leituras
O G sofria de gaguez crónica. Por isso era muito metido consigo. Também padecia de uma grande paixão secreta pelo C e em tudo tentava imitá-lo. Infelizmente o seu amado já tinha com que se c...

Guarda-rios

/ 198 leituras
É tão difícil guardar um rio quando ele corre dentro de nós Por Jorge Sousa Braga, in O poeta nu , O guarda-rios, Assírio & Alvim, 2.ª edição, abril de 2014, página 103.

Galho (s)

/ 329 leituras
1. Sob a teia de sombra dos galhos outonais, Por Jorge de Sena, verso do poema Dia de sol, in Coroa da Terra (1946), obra dedicada à cidade do Porto e ao poeta Ribeiro Couto e A BULA d...

Galo

/ 240 leituras
Do cume da madrugada manda os vassalos libertar o dia.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página 29.

Golfinho

/ 195 leituras
Sem golfinhos a tristeza dos oceanos seria infinita.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página 30.

Gralha

/ 232 leituras
Ave que cultiva a arte poética: passa a vida a recriar palavras a reinventar a língua.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Ca...

Garfo

/ 223 leituras
O tímido garfo ascende pela claridade , cresce descativo da memória que o abriga.   Por Francisco Duarte Mangas, in A fome apátrida das aves, Modo de ler, página 35.

Giestas

/ 243 leituras
o oiro florido das giestas debruça-se na estrada   Por Francisco Duarte Mangas, in A fome apátrida das aves, Modo de ler, página 162.

Girassol

/ 267 leituras
«Compact disc» dos templos fenícios. Por Francisco Duarte Mangas e João Pedro Mésseder, in Breviário do Sol, Editorial Caminho, Janeiro de 2002, página 63.

Guarda-sol

/ 255 leituras
Paramilitar sazonal; hiberna, como todos os animais de sangue frio, na estação dos musgos.   Por vezes designa também o cofre líquido onde o sol é guardado quando anoitece; está p...

Galocha

/ 248 leituras
Bota dos homens que temem a mordedura da água.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 59.

Geada

/ 257 leituras
Água que passa as noites de Inverno fora de casa.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 59.

Gelo

/ 236 leituras
Estado mais teimoso da água.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 59.

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Rui Rio (1957)

Ich weiss nicht, was sie sagen" ("Não sei do que falam").

Rota das Pirâmides

O EXÓTICO é um desejo; uma máquina de sedução; um domínio geo-semântico que designa um território imenso e quente, desconfinado, longínquo e incerto onde existem coisas estereotipadas, espécie de adereços e ambiências como o cheiro das especiarias, as trovoadas tropicais, as araras, as odaliscas, as palmeiras, os batuques, os camelos, e as pirâmides, por exemplo. O exotismo alimenta-se da nostalgia, do espaço e do tempo, como memória de uma idade de ouro em paragens remotas e tempos perdidos. Depois de Napoleão ter regressado a França após a Batalha das Pirâmides e se terem difundido as his...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 611 leituras
O telemóvel é um meio de incomunicação?