Artigos na categoria Letra G

É tão difícil guardar um rio quando ele corre dentro de nós Por Jorge Sousa Braga, in O poeta nu , O guarda-rios, Assírio & Alvim, 2.ª edição...

1. Sob a teia de sombra dos galhos outonais, Por Jorge de Sena, verso do poema Dia de sol, in Coroa da Terra (1946), obra dedicada à cidade do P...

Do cume da madrugada manda os vassalos libertar o dia.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial ...

Sem golfinhos a tristeza dos oceanos seria infinita.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial...

Ave que cultiva a arte poética: passa a vida a recriar palavras a reinventar a língua.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó...

O tímido garfo ascende pela claridade , cresce descativo da memória que o abriga.   Por Francisco Duarte Mangas, in A fome apátrida d...

o oiro florido das giestas debruça-se na estrada   Por Francisco Duarte Mangas, in A fome apátrida das aves, Modo de ler, página 162....

«Compact disc» dos templos fenícios.   Por Francisco Duarte Mangas e João Pedro Mésseder, in Breviário do Sol, Editorial Caminho, Janeiro d...

Paramilitar sazonal; hiberna, como todos os animais de sangue frio, na estação dos musgos.   Por vezes designa também o cofre líquido onde ...

Bota dos homens que temem a mordedura da água.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho...

Água que passa as noites de Inverno fora de casa.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Cami...

Estado mais teimoso da água.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 59....

Ovelha tresmalhada das nuvens.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 5...

Pequenos ovos de água ainda por chocar.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004,...

Vai no Batalha

PARA nós, importante é que Gaia passou ao verde. Era um velho objetivo. Gaia esteve durante muitos anos em situação de ilegalidade no cumprimento das metas e do endividamento. Gaia respira melhor e está fora das amarras do endividamento excessivo. Está provado que é possível ter uma cidade digna e de boas contas mas que cresça.

Rua da Estrada

34 Leituras
PARA memória futura antes que a tinta desbote, fica registado que este galo é de Barcelos, das terras de Prado onde se fazia muita telha, louça e figu...

Enigmatógrafo

34 Leituras
Seríamos mais felizes com ouro para todos às mãozadas?