Ruy Belo
(Manuel António Pina)
É por isso que me perco na Net como numa floresta secreta e múltipla ou na savana holográfica de Veldt, de Ray Ray Bradbury: pela alegria do perigo (embora, noite fora diante do computador, o único perigo à vista seja acabar o tabaco) e da surpresa.
Um netómano confessa-se in JN de 5 de setembro de 2006
Serão tristes as oliveiras? por Ruy Belo
Aquela senhora que conheci no comboio, olhando pela janela, ...
Ao encontro de A. M. Pires Cabral
Entrevista: Paulo Moreira Lopes | José Manuel Teixeira da Silva
Fotografia: J.M.T.S.
Ruy Belo (1933-1978)
Plantados como árvores no chão / ao alto ergueis os vossos troncos nus / e o fruto que produz a vossa mão / vem do trabalho e transparece à luz
Daniel Faria: O poeta que ia ser monge
Entrevista de Francisco Duarte Mangas e foto de Augusto Baptista












