Ruy Belo
(Manuel António Pina)
É certo que nada na Net substitui a luminosa ordem do verso de Homero (a não ser os versos de Homero que há na Net), como nenhuma experiência de vida pode ser, se calhar, mais pungente que a despedida de Heitor e Andrómaca. Mas se, como diz Eliot, uma parte do prazer da grande poesia é ouvirmos palavras que não nos são dirigidas (como no One world more de Robert Browning, escrito a Elisabeth), que impede alguém de encontrar (ó escândalo!) prazer parecido, mesmo em má prosa, numa caixa de comentários?
Um netómano confessa-se in JN de 5 de setembro de 2006
Serão tristes as oliveiras? por Ruy Belo
Aquela senhora que conheci no comboio, olhando pela janela, ...
Ao encontro de A. M. Pires Cabral
Entrevista: Paulo Moreira Lopes | José Manuel Teixeira da Silva
Fotografia: J.M.T.S.
Ruy Belo (1933-1978)
Plantados como árvores no chão / ao alto ergueis os vossos troncos nus / e o fruto que produz a vossa mão / vem do trabalho e transparece à luz
Daniel Faria: O poeta que ia ser monge
Entrevista de Francisco Duarte Mangas e foto de Augusto Baptista












