Vício

/ 798 leituras
O vício é cego a madrugadas de invernia. Francisco Duarte...

Telemóvel

/ 750 leituras
violador portátil do íntimo silêncio. Francisco Duarte Ma...

Clausura

/ 771 leituras
A clausura aguça a arte de demorar pequenos gestos. Franc...

Roubo

/ 738 leituras
quem reincide no roubo perde estatuto de artista. roubo de ...

Livro(s)

/ 1502 leituras
5. os livros, todos os livros expurgam vozes, vozes prensad...

Nome

/ 1215 leituras
2. O nome, li algures, empareda a personalidade. Francis...

Cão

/ 1145 leituras
3. conhecer o nome de um mastim é meio caminho para a amiza...

Rumor

/ 848 leituras
A realidade é caprichosa. Disse rumor, e não queria. Escasse...

/ 861 leituras
O pó é o idioma do silêncio. O pó talvez seja uma espécie...

Felicidade

/ 853 leituras
Felicidade é abrir a porta à manhã para ver a romã florida. ...

Lembrança

/ 782 leituras
A lembrança é o castigo dos velhos. Francisco Duarte Mang...

Prosa

/ 699 leituras
A mesa, o cesto dos jornais, a cristaleira... não, não vos m...

Limoeiros

/ 940 leituras
Os limoeiros vergam de tanta cor. Se ninguém acode aos limõe...

Noite

/ 1738 leituras
1. Noite de breu: onde acaba o mar e começa o céu? Por...

Tangerina

/ 1437 leituras
1. ...assim como as tangerinas iluminam o Inverno. Franc...