Homem transportando cadáver de uma mulher por José de Almada Negreiros

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Quis-te tanto que gostei de mim! Tu eras a que não serás se...

Mais um molusco para o Grande Zoo de Nicolás Guillén

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Não são os pequenos polvos dos bairros suburbanos (que se pe...

O jogo por José de Almada Negreiros

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Eu e as minhas 4 amiguinhas inventámos um jogo para jogar ...

O jornal

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1. Cheguei ao quiosque e pedi o jornal. Deu-mo dobrado. Qua...

Amazona por José de Almada Negreiros

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Paris 26 de março de 1920 Maria O perfil quase apagado...

Retrato da estrella que guiou o filho prodigo na volta á casa paterna por José de Almada Negreiros

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Na praia uma menina perguntou-me se eu era rico. Estava de g...

A baleia

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1. Quando te vejo qualquer oceano me parece diminuto. ...

Botas

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Encontre um par de botas velhas e sujas de pó. São como um m...

Bacalhau

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Nunca percebi por que razão há cento e uma maneiras de tra...

Beijo

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Entre o céu azul e o céu da tua boca vai a distância de ...

Lixo

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Depois de sucessivos adiamentos é indescritível o alívio qu...

Furadores

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1. Há furadores de variados tamanhos e de variadas cores ...

Tatuagens

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Há quem veja o corpo humano como uma obra de arte outros c...

Beijo-flor de Carlos Drummond de Andrade

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O beijo é flor no canteiro ou desejo na boca? Tanto beijo...

A sombra sou eu de Almada Negreiros

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A minha sombra sou eu, ela não me segue, eu estou na minha...