Manuel de Freitas
Errata
Menti-te, vida minha. Onde disse
«amo-te», lê «amo-te loucamente».
Onde disse «morro pelos teus ossos»,
quis dizer «morro pela tua carne».
Onde disse que «isto é para sempre»,
devia ter dito «isto é onde nunca»,
num mundo onde as rosas não morram,
num mundo de fé, livre de erratas.
Ao encontro de Inês Lourenço
Entrevista: Paulo Moreira Lopes | José Manuel Teixeira da Silva
Fotografia: João Paulo Coutinho



