João Cabral de Melo Neto
De uma praia do Atlântico por João Cabral de Melo Neto
Se o olhar visse curvo,
como se diz que é o espaço,
olhand...
Na mesquita de Fez por João Cabral de Melo Neto
A mesquita de Fez não tem
um de fora, uma casca;
as tendas...
O futebol brasileiro evocado na Europa por João Cabral de Melo Neto
A bola não é inimiga
como o touro, numa corrida;
e, embora...
Duplicidade do tempo por João Cabral do Melo Neto
O níquel, o alumínio, o estanho,
e outros assépticos elemen...
Catar feijão por João Cabral de Melo Neto
1.
Catar feijão se limita com escrever:
joga-se os grãos n...
Excerto de um comentário ouvido a um guia que estava parado junto à Farmácia Vitália
(…) Foi precisamente nesta esquina que os poetas se cruzaram...
O Sol no Senegal por João Cabral de Melo Neto
Para quem no Recifese fez à beira-mar,o mar é aquilo de onde...
O artista inconfessável por João Cabral de Melo Neto
Fazer o que seja é inútil.
Não fazer nada é inútil.
Mas en...
João Cabral de Melo Neto (1920-1999)
J., agora que de regresso / não a teu país, mas à mesma / língua em que te falei / íntimo de cama e mesa,
João Cabral de Melo Neto: “O que a vida tem de melhor é, para mim, a literatura”
Entrevista concedida ao Jornal de Letras em 1987 (JL 270, de 7 de setembro)
















