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J. Paulo Coutinho

Exposição – IV Edição Arte Postal na AJHLP

/ 864 leituras
A decorrer entre 3 a 28 de agosto de 2020, de 3.ªs a 6.ªs, das 14h às 18h, na ASSOCIAÇÃO DOS JORNALISTAS E HOMENS DE LETRAS DO PORTO

My forest by Juraj Jonke com Francisco Duarte Mangas

/ 596 leituras
Postal de Juraj Jonke que vive em Zagreb, Croácia, para a IV...

As cidades desmedidas

/ 1188 leituras
Texto de André Domingues e foto de João Paulo Coutinho

Realidades alternativas

/ 1520 leituras
Texto de André Domingues e foto de João Paulo Coutinho

Uma desculpa para escrever

/ 1256 leituras
Texto de André Domingues e foto de João Paulo Coutinho

Júlio Resende, 85 anos

/ 511 leituras
Entrevista de Francisco Duarte Mangas

A imobilização da beleza

/ 667 leituras
Texto de Rui Tinoco e fotos de João Paulo Coutinho

Fantasmas e nevoeiro

/ 1684 leituras
Texto de André Domingues e foto de João Paulo Coutinho

À porta do quiosque

/ 544 leituras
Texto de Júlio Roldão e fotos de J. Paulo Coutinho e outros

Idílio

/ 1368 leituras
NO meu sonho, o Palácio de Cristal e os seus minuciosos jardins configuravam uma nação prodigiosa.

Pornografia

/ 1530 leituras
Custa a acreditar numa civilização que nega a sua própria arte, encobre a sua natureza e reprova os seus instintos.

Paulo F. Silva (1960-2020)

/ 436 leituras
Paulo F. Silva, antigo jornalista d' O JOGO e atual assessor...

O vaticínio

/ 1335 leituras
Na Praça da Ribeira uma nesga de luz ainda dança na estranha juventude de Fevereiro, há vozes que cintilam sob a pele oleosa das antigas mercadorias, rostos do passado que recrudescem.

A noite e as suas representações

/ 1325 leituras
A experiência diz-me, no entanto, que o melhor noctívago é aquele que, por muito que ande, regressa sempre ao lugar onde a sua própria vida lhe aparece no centro das suas investigações.

A rua de todos os sentidos

/ 1710 leituras
Quando cheguei a meio da ponte compreendi “todo o sentido das coisas” e “a solução de todos os enigmas”, de que falava Bernardo Soares no Livro. A julgar pelas elegantes e prateadas grades de ferro, eu devia estar na Rua da Prata.