Inicio Tags Eugénio de Andrade

Eugénio de Andrade

(Manuel António Pina)

/ 4378 leituras
O homem despojadamente frágil e humano que jaz no leito de Eugénio ou que paradamente se senta no sofá perto da janela (que pensará ele de nós quando nos olha sem nos ver ou quando, vindo de longínquos lugares, regressa de súbito ao nosso lúcido convívio e às nossas preocupações) é hoje o palco extremo de um milagre mais fundo e mais inquieto do que o da poesia. Eugénio, in Visão 27 de janeiro de 2005

Dunas

/ 268 leituras
É o mar do deserto, ondulação sem fim das dunas Por Eugé...

Outono

/ 1273 leituras
3. O outono é isto - apodrecer de um fruto entre folhas e...

Framboesa

/ 193 leituras
O sangue matinal das framboesas escolhe a brancura do linho...

Eugénio de Andrade (1923-2005)

/ 3080 leituras
É Natal, nunca estive tão só. / Nem sequer neva como nos versos / do Pessoa ou nos bosques / da Nova Inglaterra.

Ao encontro de Inês Lourenço

/ 1196 leituras
Entrevista: Paulo Moreira Lopes | José Manuel Teixeira da Silva Fotografia: João Paulo Coutinho

“Pelo Jardim de Eugénio de Andrade” de João de Mancelos

/ 3850 leituras
Texto de João de Mancelos e ilustração de Emerenciano

A poesia não vai à missa por Eugénio de Andrade

/ 235 leituras
A poesia não vai à missa, não obedece ao sino da paróquia, ...

Lódão

/ 231 leituras
A UM LÓDÃO DA MINHA RUA Ninguém tem corpo mais fino, nem...

Romã

/ 227 leituras
Nas romãs eu amo o repouso no coração do lume. Eugénio d...

Uva

/ 275 leituras
Cada bago de uva sabe de cor o nome dos dias todos do verão...

Laranja

/ 545 leituras
2. Na laranja o sol e a lua dormem de mãos dadas. Eugén...

Maçã

/ 217 leituras
2. A manhã cheia de brilhos e doçura debruça o rosto puro ...

Egito Gonçalves: “Uma porta de febre para lá dos cemitérios”

/ 526 leituras
Texto de Diogo Vaz Pinto

Fruto

/ 551 leituras
3. Em cada fruto a morte amadurece, deixando inteira, por ...