Eugénio de Andrade
(Manuel António Pina)
É por isso que me perco na Net como numa floresta secreta e múltipla ou na savana holográfica de Veldt, de Ray Ray Bradbury: pela alegria do perigo (embora, noite fora diante do computador, o único perigo à vista seja acabar o tabaco) e da surpresa.
Um netómano confessa-se in JN de 5 de setembro de 2006
Para Eugénio de Andrade por Alberto Pimenta
a travessia
duma flauta:
a boca a dirigir
os dedos,
a ...
Eugénio de Andrade (Sentenças Lebres)
1.
O poeta Eugénio de Andrade tinha uma empregada doméstica...
Ao encontro de Carlos Poças Falcão
Entrevista: Paulo Moreira Lopes | José Manuel Teixeira da Silva
Fotografia: J.M.T.S.
O poema da vida de José da Cruz Santos
O poema da vida do editor portuense José da Cruz Santos é Os...

















