Alexandre O’Neill
(Manuel António Pina)
É por isso que me perco na Net como numa floresta secreta e múltipla ou na savana holográfica de Veldt, de Ray Ray Bradbury: pela alegria do perigo (embora, noite fora diante do computador, o único perigo à vista seja acabar o tabaco) e da surpresa.
Um netómano confessa-se in JN de 5 de setembro de 2006
Excerto de um comentário ouvido a um guia que estava parado junto à Farmácia Vitália
(…) Foi precisamente nesta esquina que os poetas se cruzaram...
O chapéu de Tchekov por Alexandre O’Neill
tchekov anton rebocava o seu
pulmão pelos ares da crimeia
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