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Rui Tinoco (1971)

Rui Tinoco (1971)

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ACREDITO FIRMEMENTE QUE NUNCA ACABARÁ

interrogo a minha finitude:
o meu corpo é uma vontade
que tosse: estou sentado em
frente à baía, o copo
de vinho na mão: eis a beleza
do crepúsculo: acredito firmemente
que nunca acabará 

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