1162
0
COMPARTILHAR
Inicio Do Porto Sónia Santos,...

Sónia Santos, 34 anos

Sónia Santos, 34 anos

0
1162

SÓNIA Santos é a primeira autora do trabalho “Eficácia de transmissão e plasticidade em sinapses glutamatérgicas formadas por interneurónios excitatórios da SG da medula espinal de rato”, galardoado com o Prémio Grünenthal Dor 2009 – Investigação
Básica, no valor de 7.500 euros.

Licenciada em Biologia pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, a investigadora da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) e do Instituto de Biologia Molecular e Celular (IBMC) dedica-se ao estudo da dor há cerca de oito anos e foi nesta área que desenvolveu o seu projecto de Doutoramento sobre “Mecanismos de Processamento da Dor: Diversidade dos Padrões de disparo em neurónios sensoriais espinhais e a sua modificação por agonistas de receptores opioides”, prestes a ser apresentado em Provas Públicas.

Aos 34 anos, é já a terceira vez que Sónia Santos vê o seu trabalho reconhecido pela Fundação Grünenthal: em 2003 e 2006, a professora de Biologia Celular e Molecular da FMUP foi distinguida com Menções Honrosas atribuídas por esta instituição ligada ao estudo da dor.

– De que mais gosta na Universidade do Porto?

A aposta crescente que tem feito na excelência, reconhecida por parte do meio académico e empresarial.

– De que menos gosta na Universidade do Porto?

A dispersão das faculdades, que dificulta a troca de saber.

– Uma ideia para melhorar a Universidade do Porto?

Acho que se devia tentar aprofundar a noção de campus universitário, apelando a uma maior coesão entre instituições.

– Como prefere passar os tempos livres?

O que mais gosto de fazer é ver um bom filme ou passear junto ao mar.

– Um livro preferido?

“O Principezinho” de Antoine de Saint-Exúpery.

– Um disco/artista preferido?

Sempre gostei muito de Frank Sinatra e Scorpions.

– Um prato preferido?

Ultimamente, aprecio muito sushi.

– Um filme preferido?

A Saga “Star Wars”, a “Vida é Bela” de Roberto Benigni e os filmes muito próprios de Quentin Tarantino.

– Uma viagem de sonho?

Ao Brasil (realizada) e à Tailândia (gostaria de realizar).

– Uma ambição a nível académico/científico?

Continuar a fazer o que gosto muito e progredir, aprendendo.

– Uma inspiração? (pessoa, livro, situação…)

Neste momento, o meu filho que, apesar de ter semanas de gestação, já me inspira diariamente.

– Uma experiência de vida marcante?

Estou a vivê-la neste momento. Para além de estar prestes a defender provas de doutoramento, tenho a honra desse trabalho estar a ser reconhecido pela Fundação Grünenthal no âmbito do prémio Dor o que, para quem trabalha numa área tão particular e morosa como a electrofisiologia em patch-clamp, é bastante gratificante.

Publicado in http://noticias.up.pt/

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here