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POESIA DE OUVIDO

POESIA DE OUVIDO

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– Preciso de falar contigo!
– Vou-te dizer uma coisa!
– É assim…
– Ele encheu-se de mim!
– Jura!
– É aquilo que eu te digo.
– Esquece!
(…)
– Os vasos estão cheios de sede.
– Eles dão chuva para a tarde.
– Tu vais ver!
– Isto é autêntico!
(ouvido no Metro, na rua e no café, mas não por esta ordem)

*

– Quem faz sentido é soldado.
(ouvido in A cidade dos Piratas de Otto Guerra)

*

– Estou… eu não estou a ver quem é…
(ouvido em casa)

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