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João Pedro Pêgo, 33 anos

João Pedro Pêgo, 33 anos

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É O coordenador geral do “De Par em Par na U.Porto“, um projecto que envolveu 60 docentes, de 10 unidades orgânicas da U.Porto, e que, “para além de permitir ser observado por colegas docentes durante as aulas, permite tomar contacto com realidades e culturas lectivas muito diferentes, o que nos enriquece como pessoas e profissionais”.

Na sessão de apresentação de resultados, sublinha João Pedro Pêgo, “foi muito óbvio e expressivo o sentimento de satisfação dos docentes que participaram no programa. Pode-se concluir que a observação de aulas é uma excelente forma de melhoria das práticas pedagógicas, de troca de experiências e de aproximação da comunidade U.Porto”. Agora, o importante, acrescenta, é “aproveitar o impulso gerado por esta primeira edição e manter activo o programa. O próximo passo é, naturalmente, consolidar e expandir o programa às restantes unidades orgânicas da U.Porto, tentando cativar um maior número de participantes. Estou convencido que este é um grande desafio, mas alcançável”.

João Pedro Pêgo nasceu no Porto, cidade na qual viveu e estudou até completar a Licenciatura em Engenharia Civil pela Faculdade de Engenharia da U.Porto (FEUP). Após um breve estágio nas Águas de Gaia, EM, rumou à Alemanha onde desenvolveu o seu trabalho de investigação na área da Mecânica dos Fluidos, na Universidade Friedrich-Alexander de Erlangen-Nũrnberg.

Em 2006 regressa a Portugal para iniciar a sua carreira docente na FEUP. Desde 2009 é Professor Auxiliar no Departamento de Engenharia Civil da FEUP, onde lecciona as unidades curriculares da área de Hidráulica. Para além das suas actividades lectivas, é investigador em vários projectos nacionais e europeus, nas áreas de “Mecânica dos Fluidos” e “Escassez da água”. Desde 2008 que é um participante activo das formações do Laboratório de Ensino-Aprendizagem da FEUP/FPCEUP (www.fe.up.pt/lea). No ano lectivo 2010/11 assumiu o papel de coordenador geral do “De Par em Par na U.Porto”, programa de observação de aulas multidisciplinar.
 De que mais gosta na Universidade do Porto?

Da sua capacidade de se renovar e reinventar, o que faz desta instituição um farol do conhecimento, pela qual outras se guiam.
– De que menos gosta na Universidade do Porto?


Aquilo que não se gosta nas instituições: que nem sempre a razão presida à tomada de decisões.
– Uma ideia para melhorar a Universidade do Porto?


Empossar as pessoas de maior autonomia e responsabilidade pelas suas acções.
– Como prefere passar os tempos livres?


O pouco tempo livre que tenho, tento partilhar com a família e os amigos.
– Um livro preferido?


“Servidão Humana” do William Somerset Maugham. É um livro que me impressionou bastante pela forma fiel como retrata as relações humanas. Os livros do Eça de Queiroz, António Gedeão e José Saramago.
– Um disco preferido?


A música dos GNR é a minha preferida, por ser nossa e ser original.
– Um prato preferido?


Arroz de tamboril. Na realidade, todos os pratos de peixe. Acompanhados de um vinho verde fresco, está claro!
– Um filme preferido?


“The Matrix”. Está mais próximo da realidade do que parece à primeira vista.
– Uma viagem de sonho (realizada ou por realizar)?


Não tenho, mas há destinos improváveis que eu gostaria de conhecer: Alasca, Tailândia, Indonésia, China, Quénia, etc.
– Uma aspiração em termos profissionais?


Dar o meu melhor como profissional e, com isso, contribuir para uma sociedade melhor.
 Um objectivo de vida?


Ser fiel aos meus princípios, mesmo quando custa.
– Uma inspiração?


A minha mãe, que é um exemplo a seguir, e os meus irmãos, com quem aprendi que somos nós que estabelecemos os nossos limites.

Publicado in http://noticias.up.pt/

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