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Félix Carvalho, 47 anos

Félix Carvalho, 47 anos

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RECEBEU, recentemente, a Medalha de Mérito da Câmara Municipal de Santo Tirso como reconhecimento da autarquia pelas acções de formação que tem realizado nas Escolas Secundárias do Concelho de Santo Tirso sobre drogas de abuso (ecstasy e outros derivados das anfetaminas), drogas predadoras (drogas utilizadas nas violações) e agentes dopantes utilizados no desporto, bem como pelo seu destaque como Tirsense, nas actividades ligadas à ciência, à investigação e ao ensino, a nível nacional e internacional.

Félix Carvalho é Professor Associado com Agregação no Laboratório de Toxicologia do Departamento de Ciências Biológicas da Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto (FFUP).

Iniciou a actividade de investigação na qualidade de estudante de licenciatura, no Laboratório de Farmacologia e Fisiologia FFUP, em 1986. Obteve a licenciatura em Ciências Farmacêuticas na FFUP, em 1990, tendo iniciado a sua carreira docente e de investigador no Laboratório de Toxicologia da FFUP, em 1991. Tem dedicado a sua actividade científica ao estudo dos mecanismos de toxicidade de xenobióticos (agentes estranhos a um organismo ou sistema biológico), nomeadamente da ecstasy (mais informação aqui) e do paraquato (mais informação aqui), e ao desenvolvimento dos respectivos antídotos. A avaliação do impacto ambiental dos medicamentos é outra das suas áreas de actuação.

– De que mais gosta na Universidade do Porto?

Entre outros aspectos positivos destaco a elevada qualidade, tenacidade e abnegação dos seus dirigentes, docentes e investigadores, que têm projectado a Universidade como uma das mais produtivas e procuradas no País e mais projectadas a nível internacional.

– De que menos gosta na Universidade do Porto?

Da separação física das suas unidades orgânicas não favorece o sinergismo dos seus recursos humanos e tecnológicos.

– Uma ideia para melhorar a Universidade do Porto?

A criação de um Centro de Congressos da Universidade, capaz de albergar congressos nacionais e internacionais. Tal centro seria um polo aglutinador do conhecimento desta Universidade e atrairia o que de melhor se faz no mundo da ciência para junto dos seus grupos de investigação, com todas as mais-valias inerentes.

– Como prefere passar os tempos livres?

A ler, passear, ver futebol e pescar em mar alto.

– Um livro preferido?

A Cidade e as Serras de Eça de Queirós.

– Um disco preferido?

Supertramp – Retrospectacle.

– Um prato preferido?

Um bom pargo assado, acabado de pescar em mar alto e saboreado numa boa tertúlia familiar.

– Um filme preferido?

Todos os bons filmes de aventura e acção são capazes de prender a minha atenção.

– Uma viagem de sonho (realizada ou por realizar)?

Para mim, viagens de sonho seriam as viagens de avião 100% seguras (quem sabe no futuro…). Mas já me contentaria com viagens sem turbulência.

Uma aspiração (em termos profissionais)?

Que a minha investigação possa contribuir de forma significativa para um mundo melhor.

Publicado in http://noticias.up.pt/

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