Teo – o cão pastor (398)

/ 164 leituras
Publicado por Lina & Nando

Humor ao alto (XCIV)

/ 170 leituras
Publicado por Augusto Baptista in azul-canário e in Opus 4, edição da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, outubro de 2014, página 235

Teo – o cão pastor (397)

/ 189 leituras
Publicado por Lina & Nando

Humor ao alto (XCIII)

/ 200 leituras
Publicado por Augusto Baptista in azul-canário e in Opus 4, edição da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, outubro de 2014, página 249

Teo – o cão pastor (396)

/ 211 leituras
Publicado por Lina & Nando

Humor ao alto (XCII)

/ 220 leituras
Publicado por Augusto Baptista in azul-canário e in Opus 4, edição da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, outubro de 2014, página 268

Teo – o cão pastor (394)

/ 232 leituras
Publicado por Lina & Nando

Humor ao alto (XCI)

/ 204 leituras
Publicado por Augusto Baptista in azul-canário e in Opus 4, edição da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, outubro de 2014, página 357

Teo – o cão pastor (395)

/ 246 leituras
Publicado por Lina & Nando

Humor ao alto (XC)

/ 199 leituras
Publicado por Augusto Baptista in azul-canário e in Opus 4, edição da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, outubro de 2014, página 361

Humor ao alto (LXXXIX)

/ 262 leituras
Publicado por Augusto Baptista in azul-canário. 

Teo – o cão pastor (392)

/ 282 leituras
Publicado por Lina & Nando

Humor ao alto (LXXXVIII)

/ 236 leituras
Publicado por Augusto Baptista in azul-canário e in Opus 4, edição da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, outubro de 2014, página 255

Teo – o cão pastor (391)

/ 249 leituras
Publicado por Lina & Nando

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Manuel Pizarro (1964)

TEMOS uma posição na fachada atlântica altamente privilegiada para nos podermos afirmar como dos grandes players europeus do sector das pescas. Mas não basta. Temos de trabalhar em medidas e instrumentos que tornem esta atividade mais atrativa.

Maxilar deslocado

Desde que os humanos investem nas suas cabanas e abrigos pouco primitivos, têm vindo a aumentar e a diversificar-se o número de próteses domésticas que tornam os espaços habitáveis, confortáveis e usáveis para os mais diversos e inesperados fins.

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 901 leituras
Antes de haver telemóvel, como é que as pessoas incomunicavam?