Jorge Gomes Miranda (1965)

/ 4215 leituras
Se outras preferiam os tecidos de seda / do desejo / ela dava-se à ganga coçada / do amor / depois de noites mal dormidas.

Luís Mazás López (1968)

/ 1711 leituras
Acordar entre os sentimentos valeiros / na noite do desencanto vital.

André Alves (1981)

/ 1362 leituras
o único e essencial drama da Humanidade é o seu próprio desencontro

Anabela Borges (1970)

/ 2752 leituras
Tece-se o tempo em meadas de branco e chumbo, / braçadas de nostalgia. / tempestade em vista.

Florbela Espanca (1894-1930)

/ 1293 leituras
Bocas rubras de chama a palpitar, / Onde fostes buscar a cor, o tom, / Esse perfume doido a esvoaçar, / Esse perfume capitoso e bom?!

Carlos Tê (1955)

/ 7426 leituras
Já não há mais o vagar / de quando se comia sentado / e devagar se caminhava / até chegar a qualquer lado

Rui Tinoco (1971)

/ 1446 leituras
enviar-te um poema / não é a mesma coisa / que a presença do meu / corpo: palavras com / rugas: a emoção / duvida de si mesma

Luísa Dacosta (1927-2015)

/ 3678 leituras
Uma a uma / as letras / caem, / lágrimas, / no rosto do papel.

Óscar Possacos (1962)

/ 4843 leituras
cantaria / a pedra transformada / por fora.

Arnaldo Mesquita (1930-2011)

/ 3030 leituras
O podador / que se preza / poda / no verde / e no seco!

Joma Sipe (1974)

/ 2297 leituras
 Chegaste ao céu. Não lhe toques; vive dentro dele. Não penses que não é para ti; ele é tudo o que tu és.

Isabel de Sá (1951)

/ 2553 leituras
Nada de cinismo / a vida é boa / ainda não há guerra / nem peste nem fome.

Rui Costa (1972-2012)

/ 2693 leituras
A música partilha com a flor / a carne que se alaga como um copo.

Ana Luísa Amaral (1956)

/ 6614 leituras
Um toque leve, / e eu perder-me-ei / - pelas planícies todas do azul,

João-Maria Vilanova

/ 1275 leituras
rubra a acácia / incendeia / o rosto da manhã