Miguel Gomes (1975)

/ 1374 leituras
Aqui jaz um povo, / na memória do que parte algures / nasce o esquecimento / por entre urzes,

Jorge Gomes Miranda (1965)

/ 2000 leituras
Por vezes, só me dava dores de cabeça, / consumições, / a ponto de ter de ferrar-lhe um bofetão.

Luís Mazás López (1968)

/ 248 leituras
Sou o legatário duma centena de loucos / que me deixaram na pele o soro da poesia / e com ela encho o meu bornal

Anabela Borges (1970)

/ 1309 leituras
Tece-se o tempo em meadas de branco e chumbo, / braçadas de nostalgia. / tempestade em vista.

Florbela Espanca (1894-1930)

/ 103 leituras
Ser a moça mais linda do povoado, / Pisar, sempre contente, o mesmo trilho, / Ver descer sobre o ninho aconchegado / A bênção do Senhor em cada filho.

Carlos Tê (1955)

/ 3316 leituras
Tenho à janela / uma velha cornucópia / cheia de alfazema / e orquídeas da Etiópia

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Jorge Nuno Pinto da Costa (1937)

PARA o FC Porto, terminar imediatamente o campeonato até podia ser positivo, tanto ao nível desportivo como financeiro.

Rua da Estrada da Paragem

Texto e foto de Álvaro Domingues

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 672 leituras
As árvores de Natal já nascem iluminadas?