Rui Manuel Amaral (1973)

/ 1524 leituras
Noite escura, escura, escura. O que acontece se apagarem a luz de presença?

Fernando Aguiar (1956)

/ 4492 leituras
Dizer o que se diz equivale / a dizer o que não se diz.

Giuseppi Ungaretti (1888-1970)

/ 1498 leituras
Entre uma flor colhida e outra dada / o inexprimível nada

Regina Guimarães (1957)

/ 3783 leituras
Num quintal dos arrabaldes / uma mulher / sem idade fixa / alimenta os animais / alguns seus, outros selvagens

Víctor Valqui Vidal (1942)

/ 902 leituras
No tengas miedo / a lo que no conoces. / El extraño puede ser / una nueva amistad.

Ilídio Sardoeira (1915-1987)

/ 3566 leituras
Um fruto em cada célula de mim / Ou do que nem se disse quando verbo / Metia nas sementes das palavras / As formas inconcretas do meu erro.

Edweine Loureiro (1975)

/ 1178 leituras
É hora do almoço / ao redor da cerejeira. / Vírus sem convite.

Duarte Solano (1889-1915)

/ 3918 leituras
A aventura da vida, ébrio da sorte, / Vês quasi finda e pões-te a meditar, /A cismar – (ai de ti! com medo à morte!) / No que passou para não mais voltar.

José Alberto Mar (1955)

/ 2457 leituras
Enquanto o horizonte é a eternidade de uma linha / vem saber o brilho do ouro a crescer / no fim subterrâneo da terra. Vem sabe

César Augusto Romão (1951)

/ 3989 leituras
Onde estás tu / está o desejo... // Peixe do mar / sobrevivendo neste rio / de margens ocultas, // entre as tuas mãos…

Catarina Dinis (1981)

/ 2125 leituras
Apenas um horizonte nos separa… / O infinito dos sonhos...

Lígia Silva (1985)

/ 1538 leituras
crescerei tanto / que um dia caberei / dentro de ti

Nuno Rocha Morais (1973-2008)

/ 2002 leituras
Não me demoro, prometo: / Há, afinal, tantos indícios / De que também o mundo tem pressa,

Rui Reininho (1955)

/ 8893 leituras
Quando um barco tem pés para nadar / as ondas só vêm chatear / Lá do fundo do mar imundo imenso sais / Oh! Neptuno e as tuas sereias sensuais / e vendes o cais

Sérgio Ninguém (1976)

/ 1536 leituras
por vezes / ouço a voz do barro / violenta e terrível / na manobra da / terra mole nas mãos gastas