Giuseppi Ungaretti (1888-1970)

/ 1456 leituras
Entre uma flor colhida e outra dada / o inexprimível nada

Regina Guimarães (1957)

/ 3717 leituras
Num quintal dos arrabaldes / uma mulher / sem idade fixa / alimenta os animais / alguns seus, outros selvagens

Víctor Valqui Vidal (1942)

/ 878 leituras
No tengas miedo / a lo que no conoces. / El extraño puede ser / una nueva amistad.

Ilídio Sardoeira (1915-1987)

/ 3514 leituras
Um fruto em cada célula de mim / Ou do que nem se disse quando verbo / Metia nas sementes das palavras / As formas inconcretas do meu erro.

Edweine Loureiro (1975)

/ 1143 leituras
É hora do almoço / ao redor da cerejeira. / Vírus sem convite.

Duarte Solano (1889-1915)

/ 3881 leituras
A aventura da vida, ébrio da sorte, / Vês quasi finda e pões-te a meditar, /A cismar – (ai de ti! com medo à morte!) / No que passou para não mais voltar.

José Alberto Mar (1955)

/ 2439 leituras
Enquanto o horizonte é a eternidade de uma linha / vem saber o brilho do ouro a crescer / no fim subterrâneo da terra. Vem sabe

César Augusto Romão (1951)

/ 3951 leituras
Onde estás tu / está o desejo... // Peixe do mar / sobrevivendo neste rio / de margens ocultas, // entre as tuas mãos…

Catarina Dinis (1981)

/ 2103 leituras
Apenas um horizonte nos separa… / O infinito dos sonhos...

Lígia Silva (1985)

/ 1497 leituras
crescerei tanto / que um dia caberei / dentro de ti

Nuno Rocha Morais (1973-2008)

/ 1955 leituras
Não me demoro, prometo: / Há, afinal, tantos indícios / De que também o mundo tem pressa,

Rui Reininho (1955)

/ 8831 leituras
Quando um barco tem pés para nadar / as ondas só vêm chatear / Lá do fundo do mar imundo imenso sais / Oh! Neptuno e as tuas sereias sensuais / e vendes o cais

Sérgio Ninguém (1976)

/ 1495 leituras
por vezes / ouço a voz do barro / violenta e terrível / na manobra da / terra mole nas mãos gastas

João Manuel Ribeiro (1968)

/ 5156 leituras
Outro e outro e outro / não se cansam os relâmpagos / de beijar a montanha

Manuel António Pina (1943-2012)

/ 3720 leituras
Real, real, porque me abandonaste? / E, no entanto, às vezes bem preciso / de entregar nas tuas mãos o meu espírito / e que, por um momento, baste