Inicio O Homem do Saco de Cabedal

O Homem do Saco de Cabedal

Os homens

/ 1397 leituras
Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Inma Doval

Mãos na cabeça

/ 2184 leituras
DEVAGAR caminhavam, as mãos na cabeça. Viam o fascínio fresc...

Que morre devagar

/ 1354 leituras
E DE quem são as casas, pergunta o homem do saco de cabedal....

Pelos teus lábios

/ 1058 leituras
NO Maio como as cerejas pelos teus lábios. Diz o homem do sa...

A manta de burel

/ 1185 leituras
POR volta da meia-noite, em locais escusos, fazia a mezinha:...

Segundo dilúvio

/ 1399 leituras
PELE branca, olhos azuis. Azuis, como lagos profundos. No mê...

Fala do homem do saco de cabedal

/ 2641 leituras
VENDI o coração ao diabo por um copo de vinho e uma mão chei...

Paixão das rãs

/ 1383 leituras
Existe algo de misterioso nos peixes.

Dialogo com o homem do saco de cabedal

/ 1001 leituras
DEFENDO a inter-relación das artes, todas elas proceden dun ...

Jogo

/ 1256 leituras
O FUTEBOL é um jogo viril. Uma espécie de râguebi sem violên...

As árvores do bosque

/ 1559 leituras
CANSADO de humanidade, ganhou pelo. Abjurou a marcha bípede,...

As palavras

/ 1138 leituras
NO ALTO destas pedras, uma mulher, cabelo luzidio e olhos cl...

Homem sem terra

/ 1388 leituras
O BOI era o símbolo da valentia da nossa terra. O boi do povo!

O inimigo

/ 1457 leituras
O RAPAZ esticou a fisga. Redondo, como uma maçã, caiu o curi...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Bragança Fernandes (1948)

O seu (José Vieira de Carvalho) maior orgulho era a Maia. A Maia que ele sonhou, que ele conquistou, e que irrompeu das suas fronteiras em direcção ao cume dos Municípios. Viveu pela Maia e pela Maia morreu. 

Rua da Estrada de Arbo

Texto e foto de Álvaro Domingues

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 750 leituras
Chegaremos aos quatrocentos?