Distâncias

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Uma ponte de treze quilômetros separa duas cidades. A soma d...

“Suenos de la mujer-pájaro” por Antonia Mayol Castelló

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(Metamorfosis inconclusa) El viento en su pelo, acaricia...

Oportunidades

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As oportunidades estão na visão que nós temos de nós mesmo...

The stranger

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The stranger who wants to stay at the temple for searching ...

O velho sem o mar

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Porque eram ambos velhos e tinham vivido uma vida em conjun...

O bonde

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Que saudades! Corre, vem o bonde pra onde? Por Silvania...

Aquela janela virada para cima

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João e Amélia não se conheciam. Cada um vivia com outro com...

Maria

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Maria vivia dentro, de uma bolha, parasitá- ria e pensativ...

O gato

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Parei em frente à vedação e espreitei. Três gatos, bem cres...

Os doces da minha cidade

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Para provar os doces da minha cidade tem que conhecer bem n...

Problemas

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problemas jóvenes PUEBLO humanos Por Jesús Morales, qu...

La comtaminacion

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El mundo, la tierra, cuando tiramos algo he hacemos daño ...

The tree

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The tree used to live in Warsaw in my neighbourhood. I don´...

“Ainda hoje choro” por Dórian Ribas Marinho

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Ainda hoje choro Com os olhos da memória Ao ler a carta Q...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Bragança Fernandes (1948)

O seu (José Vieira de Carvalho) maior orgulho era a Maia. A Maia que ele sonhou, que ele conquistou, e que irrompeu das suas fronteiras em direcção ao cume dos Municípios. Viveu pela Maia e pela Maia morreu. 

Rua da Estrada de Arbo

Texto e foto de Álvaro Domingues

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

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Chegaremos aos quatrocentos?