“No começo só me afogava” por Dórian Ribas Marinho

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No começo só me afogava Depois, aos poucos, aprendi a nadar...

A consola

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Ontem estava a jogar consola, ela caiu. Eu levan- tei-a. E...

A mota

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Fui andar de mota caí e a minha mãe ralhou comigo. Ela já ...

O pai

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Pai, acho que não sou homem... Triste, o pai chorou. Alivi...

O problema

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Ontem, estava na biblioteca a olhar para uma menina e ela,...

Apagando um cigarro

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Apagando um cigarro na lateral de um banco do parque: sent...

Pelotas me motiva

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Pelotas me motiva e me emociona, me ensinou e fez crescer ...

Hecho casual

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Hace algunos años un hecho casual me acercó a la pintura, y...

O cavalo que fala

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Na minha fazenda tem um cavalo que fala. Vendi ao vizinho ...

Silêncio

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Este silêncio de estar em silêncio me deixa avoado feito ...

Aquela janela virada para cima

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João e Amélia não se conheciam. Cada um vivia com outro com...

A saudade

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Sempre te escrevi de todos os lugares onde estive. Era o mo...

Sonhos

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Fui jogar no computador até tarde, depois fui ver televisã...

Os doces da minha cidade

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Para provar os doces da minha cidade tem que conhecer bem n...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Bragança Fernandes (1948)

O seu (José Vieira de Carvalho) maior orgulho era a Maia. A Maia que ele sonhou, que ele conquistou, e que irrompeu das suas fronteiras em direcção ao cume dos Municípios. Viveu pela Maia e pela Maia morreu. 

Rua da Estrada de Arbo

Texto e foto de Álvaro Domingues

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

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A quantos decibéis pulsa um coração apaixonado?