Piracema

/ 840 leituras
Ao ver peixes saltando, para atingir a parte de cima do sal...

Novos percursos

/ 839 leituras
Novos percursos Caminhos de recursos Para refugiada vida ...

Redemoinho

/ 838 leituras
acorda, Diolinda, probatente sem pente nem dente não tem...

Mundo enfadonho

/ 836 leituras
Vejo em um mundo enfadonho O pensamento fluindo: A realida...

Sol

/ 830 leituras
Hoy mi amigo el sol se durmió entre las islas y se tapó co...

O hai kai

/ 810 leituras
Quando o hai kai O trovão senta a pua E o poeta sai às rua...

Vēzis vientuļnieks

/ 802 leituras
LATVIAN: "Vēzis vientuļnieks piederības, saderības, iederība...

O cavalo que fala

/ 801 leituras
Na minha fazenda tem um cavalo que fala. Vendi ao vizinho ...

Natureza morta

/ 799 leituras
Adaga sobre a mesa é faca de dois (le) gumes. Por Josaf...

Ouvi um grito lá fora

/ 774 leituras
Ouvi um grito lá fora. Acho que foi meu coração. Corro. Me...

Os lírios

/ 772 leituras
os lírios tão doces... e se as pétalas não fossem de açúca...

Taça

/ 767 leituras
Passei por esta cidade e achei interessante essas rochas co...

Five lines

/ 764 leituras
To overcomes lies in the heart, in the streets, in the boo...

UMM… UMM…

/ 736 leituras
Miríades de luzes ofuscam o céu negro. Sons de foguetes ras...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Bragança Fernandes (1948)

O seu (José Vieira de Carvalho) maior orgulho era a Maia. A Maia que ele sonhou, que ele conquistou, e que irrompeu das suas fronteiras em direcção ao cume dos Municípios. Viveu pela Maia e pela Maia morreu. 

Rua da Estrada de Arbo

Texto e foto de Álvaro Domingues

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 750 leituras
Chegaremos aos quatrocentos?