Queda

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Vivia refém das palavras que perdera numa rua escura. Lembra...

Paisagem

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Era índia, bonita, guerreira, diziam. Mas agora dormia acor...

A Morte

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Passa por nós como um sendeiro O acaso de todos nós Avança...

Gosto da minha cidade

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Gosto da minha cidade o chafariz é legal quando passo por ...

Memória insistente

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Já tinha sido há uma série de anos, mas aquela história não ...

O primeiro beijo por Regina Ruth Rincon Caires

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De lábios roxos, a boca cerrada, fria, sepulta a tristeza da...

Zoofilia erótica

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A vaca: quando não é profana é boa deleite. Por Josafá...

Vitrine iluminada

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As luzes coloridas refletiam nos olhinhos inocentes. Estava...

A según

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Si de engañar se trata llama a un político, se placer nece...

Apagando um cigarro

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Apagando um cigarro na lateral de um banco do parque: sent...

A Praia do Laranjal

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A Praia do Laranjal tem céu azul e pôr do sol lindo, tem a...

Lenda de São Gonçalo e os pássaros

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São Gonçalo era filho de uns agricultores de Guimarães. Um ...

As escamas do tempo

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ESTRADA fora, lembrando-me das saias das raparigas E o bom ...

Aylan

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Vestido da melhor roupa, saiu em busca da paz. No aconchego...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Bragança Fernandes (1948)

O seu (José Vieira de Carvalho) maior orgulho era a Maia. A Maia que ele sonhou, que ele conquistou, e que irrompeu das suas fronteiras em direcção ao cume dos Municípios. Viveu pela Maia e pela Maia morreu. 

Rua da Estrada de Arbo

Texto e foto de Álvaro Domingues

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

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A quantos decibéis pulsa um coração apaixonado?