“Telegrama do Príncipe para a Branca de Neve” por Alice Vieira

/ 995 leituras
Não esqueças conselhos. Não abras a porta. Não fales a est...

Nubes

/ 976 leituras
Desde la ventana de mi oficina veo nubes. Nubes, que p...

Plantar… Regar… Semear!

/ 964 leituras
Plantar... Regar... Semear! Amar... Cuidar... Conservar! O...

O passarinho

/ 937 leituras
Um passarinho ainda bebé caiu do ninho para a rua. Uma pess...

O primeiro beijo por Regina Ruth Rincon Caires

/ 902 leituras
De lábios roxos, a boca cerrada, fria, sepulta a tristeza da...

Fugas

/ 902 leituras
Fugas furtivas, Furtivas fugas Onde a força no éter se esv...

A infância

/ 897 leituras
a infância se foi, mas o aroma dos caquis ficou em Lisboa ...

(R)existir

/ 888 leituras
Formiga trabalha, mas não tem utopia: bicho pensante sonha!...

Menino-bicho

/ 867 leituras
Ah, menino sério! Ah, menino moleque! Ah, homem de tantas ...

Hecho casual

/ 864 leituras
Hace algunos años un hecho casual me acercó a la pintura, y...

“Vesi ja jää” por Anja Mattila-Tolvanen

/ 862 leituras
Vesi ja jää, sama, mutta kuitenkin eri. Vesi, pehmeä ja läm...

Avó sábia

/ 853 leituras
É de manhã, estamos a tomar o pequeno almoço. Depois de le...

Inventário

/ 850 leituras
Quatro gatos - logo será um Cachorro. Três peixes - foram ma...

Floreios por Suyan de Melo

/ 845 leituras
não era nem festa que dirá primavera te ofereci um verso f...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Bragança Fernandes (1948)

O seu (José Vieira de Carvalho) maior orgulho era a Maia. A Maia que ele sonhou, que ele conquistou, e que irrompeu das suas fronteiras em direcção ao cume dos Municípios. Viveu pela Maia e pela Maia morreu. 

Rua da Estrada de Arbo

Texto e foto de Álvaro Domingues

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 1529 leituras
A quantos decibéis pulsa um coração apaixonado?