Navalha do barbeiro de Ramón por Constança Araújo Amador
- Quando a navalha do barbeiro apara a nuca, o cliente guard...
Morte de Ramón por Constança Araújo Amador
- À morte não a ouvimos, porque já na intimidade da casa and...
Patilhas de Ramón por Constança Araújo Amador
- Patilhas: musgo na cara.
Ilustração de Constança Araújo...
Choro dos gatos de Ramón por David Vela
– Lloran los gatos en la noche porque hubieran querido nacer...
Noite gelada de Ramón por Constança Araújo Amador
- Na noite gelada cicatrizam todos os charcos.
Ilustração...
Pó de Ramón por Constança Araújo Amador
- O pó está cheio de velhos e esquecidos espirros.
Por Ra...
Ninfas e sereias de Ramón por David Vela
- A diferença entre ninfas e sereias é que as ninfas têm bei...
Pano estendido de Ramón por Constança Araújo Amador
– O pano estendido na varanda toureia elegantemente o bisont...
Bola de criança por Ramón Gómez de la Serna
1.
Voltaríamos à infância se encontrássemos a bola que fico...
Limbo de Ramón por Constança Araújo Amador
- No Limbo todos os dias são Domingo.
Ilustração de Const...
Eléctrico de Ramón por Constança Araújo Amador
- No primeiro eléctrico da manhã ainda há sonhos do dia ante...
Homicida de mulher de Ramón por César Fernández Arias
Los que matan a una mujer y depués se suicidan deberían varia4 el sistema: suicidarse antes y matarla después
Ilustração de César Fernández Arias, publicada in 100 Greguerías Ilustradas, edições Media Vaca.

















