Outono

/ 502 leituras
1. das aves caem as penas. emigram as árvores à procura de outro sol. Por Francisco Duarte Mangas, in A fome apátrida das aves, Modo de ler, página 195. 2. Fosses tu uma ave ou um...

Ouriço-cacheiro

/ 240 leituras
Fruto caminhante no sossego da noite.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página 42.

Ovelha

/ 234 leituras
Animal friorento nem no Verão despe o grosso casaco de lã.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página...

Ofício

/ 224 leituras
O meu projecto de morrer é o meu ofício   Por Daniel Faria, in Poesia, Edições Quasi, Novembro de 2003, página 85.

Ouro

/ 272 leituras
Só os arrogantes aprisionam e exibem assim o sol.   Por Francisco Duarte Mangas e João Pedro Mésseder, in Breviário do Sol, Editorial Caminho, Janeiro de 2002, página 66.

Ódio

/ 256 leituras
1. o ódio esconde-se nas franjas do amor...   Por Antero de Alda, in a reserva de Mallarmé, Galápagos Fábrica de Poesia, 2013, página 12.   2. Ódio velho não c...

Oceano

/ 243 leituras
Nome do clã mais poderoso das águas.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 62.

Outubro

/ 238 leituras
Nome do mês em que o lume ateado pelos olhos incendeia as folhas. Por João Pedro Mésseder, in Elucidário de Youkali seguido de Ordem Alfabética, Editorial Caminho, janeiro de 2006, pág...

Onda

/ 216 leituras
1. Filha desinquieta da água, transporta o sal para terra.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 63. &nb...

Ovo

/ 351 leituras
1. Em sua ortografia circular guarda um secreto núcleo de sangue: uma outra palavra por nascer   Por João Pedro Mésseder, in Elucidário de Youkali seguido de Ordem Alfabé...

Orvalho

/ 240 leituras
1. Diamante subtraído do estojo de jóias do Inverno.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 63.   ...

Óbidos

/ 240 leituras
Óbidos visto da estrada é o cenário dum presépio, com as muralhas recortadas e moinhos de vento a trabalhar na encosta. Só lhe faltam alguns pastores, com gaitas de foles, descendo do monte....

Olhos

/ 243 leituras
1. e aprimorando a bolina dos olhos arrancavam da pobreza os sargaços de medo   Por João Rios, in Aprendizagem Balnear, Cadernos do Grito, página Infantes.   2. ...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Rui Rio (1957)

Ich weiss nicht, was sie sagen" ("Não sei do que falam").

Rota das Pirâmides

O EXÓTICO é um desejo; uma máquina de sedução; um domínio geo-semântico que designa um território imenso e quente, desconfinado, longínquo e incerto onde existem coisas estereotipadas, espécie de adereços e ambiências como o cheiro das especiarias, as trovoadas tropicais, as araras, as odaliscas, as palmeiras, os batuques, os camelos, e as pirâmides, por exemplo. O exotismo alimenta-se da nostalgia, do espaço e do tempo, como memória de uma idade de ouro em paragens remotas e tempos perdidos. Depois de Napoleão ter regressado a França após a Batalha das Pirâmides e se terem difundido as his...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 610 leituras
O telemóvel é um meio de incomunicação?