Outono

/ 409 leituras
1. das aves caem as penas. emigram as árvores à procura de outro sol. Por Francisco Duarte Mangas, in A fome apátrida das aves, Modo de ler, página 195. 2. Fosses tu uma ave o...

Ouriço-cacheiro

/ 194 leituras
Fruto caminhante no sossego da noite.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página 42.

Ovelha

/ 189 leituras
Animal friorento nem no Verão despe o grosso casaco de lã.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página...

Ofício

/ 168 leituras
O meu projecto de morrer é o meu ofício   Por Daniel Faria, in Poesia, Edições Quasi, Novembro de 2003, página 85.

Ouro

/ 204 leituras
Só os arrogantes aprisionam e exibem assim o sol.   Por Francisco Duarte Mangas e João Pedro Mésseder, in Breviário do Sol, Editorial Caminho, Janeiro de 2002, página 66.

Ódio

/ 197 leituras
1. o ódio esconde-se nas franjas do amor...   Por Antero de Alda, in a reserva de Mallarmé, Galápagos Fábrica de Poesia, 2013, página 12.   2. Ódio velho não c...

Oceano

/ 198 leituras
Nome do clã mais poderoso das águas.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 62.

Outubro

/ 191 leituras
Nome do mês em que o lume ateado pelos olhos incendeia as folhas.   Por João Pedro Mésseder, in Elucidário de Youkali seguido de Ordem Alfabética, Editorial Caminho, jane...

Onda

/ 176 leituras
1. Filha desinquieta da água, transporta o sal para terra.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 63. &nb...

Ovo

/ 291 leituras
1. Em sua ortografia circular guarda um secreto núcleo de sangue: uma outra palavra por nascer   Por João Pedro Mésseder, in Elucidário de Youkali seguido de Ordem Alfabé...

Orvalho

/ 204 leituras
1. Diamante subtraído do estojo de jóias do Inverno.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 63.   ...

Óbidos

/ 186 leituras
Óbidos visto da estrada é o cenário dum presépio, com as muralhas recortadas e moinhos de vento a trabalhar na encosta. Só lhe faltam alguns pastores, com gaitas de foles, descendo do monte....

Olhos

/ 198 leituras
1. e aprimorando a bolina dos olhos arrancavam da pobreza os sargaços de medo   Por João Rios, in Aprendizagem Balnear, Cadernos do Grito, página Infantes.   2. ...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Eduardo Vítor Rodrigues (1971)

NÃO vamos licenciar novas construções. Vamos legalizar casas e empresas com histórico. São empresas consolidadas no território e também é uma forma de evitar que, por falta de uma licença, possam decidir abandonar Gaia e estabelecer-se em concelhos vizinhos, retirando de cá postos de trabalho.

Rua da Estrada do Futuro

ADIVINHAR o futuro ainda é para muitos uma espécie de bruxedo do antigamente. Consultava-se o mediador comunicante com o insondável para que ele nos antecipasse os nossos medos e esperanças; jogavam-se os dados e as cartas, observava-se o voo das aves, ouvia-se a voz da vidente, do oráculo, da sacerdotisa ou do feiticeiro em busca de interpretações, de enigmas premonitórios que sugeriam isto ou aquilo. O futuro é um tempo problemático. Cronos, o deus grego, tanto era entendido como uma divindade do tempo cíclico das colheitas – por isso era representado com uma gadanha que depois passou a s...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 509 leituras
Bater no ceguinho dá cadeia?