Outono

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1. das aves caem as penas. emigram as árvores à procura ...

Olhos

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1. e aprimorando a bolina dos olhos arrancavam da pobreza ...

O

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O O espantava-se com tudo ou, pelo menos, fazia como se... P...

Ouriço-cacheiro

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Fruto caminhante no sossego da noite.   Por Fr...

Ovelha

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Animal friorento nem no Verão despe o grosso casaco de...

Ofício

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O meu projecto de morrer é o meu ofício   Por Dan...

Ouro

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Só os arrogantes aprisionam e exibem assim o sol.   ...

Ódio

/ 500 leituras
1. o ódio esconde-se nas franjas do amor...   ...

Oceano

/ 427 leituras
Nome do clã mais poderoso das águas.   Por João P...

Outubro

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Nome do mês em que o lume ateado pelos olhos incendeia as...

Onda

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1. Filha desinquieta da água, transporta o sal para terra...

Ovo

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1. Em sua ortografia circular guarda um secreto núcleo...

Orvalho

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1. Diamante subtraído do estojo de jóias do Inverno. &...

Óbidos

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Óbidos visto da estrada é o cenário dum presépio, com as mur...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Bragança Fernandes (1948)

O seu (José Vieira de Carvalho) maior orgulho era a Maia. A Maia que ele sonhou, que ele conquistou, e que irrompeu das suas fronteiras em direcção ao cume dos Municípios. Viveu pela Maia e pela Maia morreu. 

Rua da Estrada de Arbo

Texto e foto de Álvaro Domingues

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 684 leituras
Chegaremos aos quatrocentos?