Jornalista(s)

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1. Escrevem para um espaço rigoroso, predefinido, como quem cola azulejos numa casa de banho ladrilhadores do espaço branco Por Francisco Duarte Mangas in O hóspede, conto inserto na ...

Janeiro

/ 506 leituras
1. Na lentidão de Janeiro fica mais longe a morte. Por Inês Lourenço, in Câmara escura, um antologia, Língua morta, 2012, página 14. 2. Em Janeiro, o corpo abre fendas por onde entr...

J

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O j era ocioso, alegre, jocoso até. Não gostava de trabalhar e descarregava uma parte substancial das suas tarefas no G, mas saía sempre bem no retrato de família. Ao contrário do I, o jota ...

Janela

/ 356 leituras
1. Porta que os homens destinaram ao sol, quando abandonaram a vida nómada.   Por Francisco Duarte Mangas e João Pedro Mésseder, in Breviário do Sol, Editorial Caminho, Janeiro...

Jardim

/ 302 leituras
Dicionário de palavras coloridas e formosas.   Por João Pedro Mésseder, in Elucidário de Youkali seguido de Ordem Alfabética, Editorial Caminho, janeiro de 2006, página 38.

Jarro

/ 317 leituras
Rosnam as rosas que a flor do jarro é um cálice de gosto duvidoso.   Por João Pedro Mésseder, in Abrasivas, Deriva Editores, 2005, página 35.

Jardim zoológico

/ 371 leituras
O jardim zoológico é o único matadouro onde há tempo para aprender a morrer.   Por João Pedro Mésseder, in Abrasivas, Deriva Editores, 2005, página 49.

Joelho(s)

/ 300 leituras
plantei os joelhos como uma enxada abandonada no chão   Por João Manuel Ribeiro in A circulação precoce dos relâmpagos, Cosmorama Edições, 2007, página 14.

Tabuleta Digital

Sete Perguntas

Vai no Batalha

Rui Moreira (1956)

NÃO preciso de citar ninguém para dizer que esse comentário [de eleitoralismo] ilustra bem a visão populista de quem esteve distraído por ocasião da conferência de imprensa que demos em Gaia ou por ocasião da cimeira de Sintra.

Rua da Estrada do cada um por si

O PRINCÍPIO ideológico que regula a selva global do capitalismo está a reduzir a fanicos o pouco do solidário que a sociedade tinha: cada um por si, portanto. Não há contos de crianças. Há folhas de cálculo, discursos cinzentos em economês, correctíssimos, e conversas blindadas sobre o efeito da subida de uma taxa nos santos espíritos das hormonas da outra, sobre a sustentabilidade seja lá do que for e assim por diante de palavras feitas de ração granulada e chumbo derretido. Os lugares do Estado e da Política foram tomados de assalto pela ceifeira-debulhadora-enfardadeira da máquina do dinhei...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

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Que eu é aquele que te olha ao espelho?