Janeiro

/ 299 leituras
1. Na lentidão de Janeiro fica mais longe a morte.   Por Inês Lourenço, in Câmara escura, um antologia, Língua morta, 2012, página 14.   2. Em Janeiro, o corpo...

Janela

/ 253 leituras
1. Porta que os homens destinaram ao sol, quando abandonaram a vida nómada.   Por Francisco Duarte Mangas e João Pedro Mésseder, in Breviário do Sol, Editorial Caminho, Janeiro...

Jardim

/ 202 leituras
Dicionário de palavras coloridas e formosas.   Por João Pedro Mésseder, in Elucidário de Youkali seguido de Ordem Alfabética, Editorial Caminho, janeiro de 2006, página 38.

Jarro

/ 225 leituras
Rosnam as rosas que a flor do jarro é um cálice de gosto duvidoso.   Por João Pedro Mésseder, in Abrasivas, Deriva Editores, 2005, página 35.

Jardim zoológico

/ 275 leituras
O jardim zoológico é o único matadouro onde há tempo para aprender a morrer.   Por João Pedro Mésseder, in Abrasivas, Deriva Editores, 2005, página 49.

Joelho(s)

/ 200 leituras
plantei os joelhos como uma enxada abandonada no chão   Por João Manuel Ribeiro in A circulação precoce dos relâmpagos, Cosmorama Edições, 2007, página 14.

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Eduardo Vítor Rodrigues (1971)

NÃO vamos licenciar novas construções. Vamos legalizar casas e empresas com histórico. São empresas consolidadas no território e também é uma forma de evitar que, por falta de uma licença, possam decidir abandonar Gaia e estabelecer-se em concelhos vizinhos, retirando de cá postos de trabalho.

Rua da Estrada do Futuro

ADIVINHAR o futuro ainda é para muitos uma espécie de bruxedo do antigamente. Consultava-se o mediador comunicante com o insondável para que ele nos antecipasse os nossos medos e esperanças; jogavam-se os dados e as cartas, observava-se o voo das aves, ouvia-se a voz da vidente, do oráculo, da sacerdotisa ou do feiticeiro em busca de interpretações, de enigmas premonitórios que sugeriam isto ou aquilo. O futuro é um tempo problemático. Cronos, o deus grego, tanto era entendido como uma divindade do tempo cíclico das colheitas – por isso era representado com uma gadanha que depois passou a s...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 509 leituras
Bater no ceguinho dá cadeia?