Figueira(s)

/ 444 leituras
2. Grupos de figueiras anainhas estendem os braços pelo chã...

Frémito

/ 506 leituras
1. palavra nova, portadora de alguma frescura na tarde quen...

Felicidade

/ 52 leituras
Felicidade é abrir a porta à manhã para ver a romã florida. ...

Fósforo

/ 256 leituras
O fósforo risca a claridade. Por Francisco Duarte Mangas ...

F

/ 409 leituras
O F sentia-se leve como um ramo, capaz de baloiçar ao vento ...

Família

/ 505 leituras
A família é um buraco absurdo sobre a casa - uma gruta sem ...

Filho(s)

/ 590 leituras
1. O filho é o carrossel à volta da mãe Por Daniel Far...

Ferida

/ 459 leituras
A palavra ferida guarda na sua crosta um trambolhão. ...

Fascismo

/ 598 leituras
1. Sistema político semiobscuro: o sol quando nascia não ...

Formiga

/ 421 leituras
Eterna viúva condenada a trabalhos forçados.   Po...

Furão

/ 478 leituras
Furão é palavra bravia.   Por Francisco Duarte Ma...

Fonte

/ 424 leituras
Local onde os trovadores medievais esperavam a amada. &nb...

Foz

/ 427 leituras
1. Interjeição dita pelos rios quando, finalmente, caem n...

Frio

/ 435 leituras
O frio amola a água cortante das nascentes.   ...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Bragança Fernandes (1948)

O seu (José Vieira de Carvalho) maior orgulho era a Maia. A Maia que ele sonhou, que ele conquistou, e que irrompeu das suas fronteiras em direcção ao cume dos Municípios. Viveu pela Maia e pela Maia morreu. 

Rua da Estrada de Arbo

Texto e foto de Álvaro Domingues

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

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Chegaremos aos quatrocentos?