Dióspiros

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2. Há frutos que é preciso acariciar com os dedos com a língua e só depois muito depois se deixam morder Jorge Sousa Braga in O poeta nu (O segredo da púrpura), Assírio & A...

D

/ 525 leituras
O D sempre achou que era só metade de si. E vinga-se vivendo à dentada, trincando o vazio como que à procura de meia laranja, meia-tijela ou da metade esquerda do coração. Quando o peito se ...

Degrau

/ 478 leituras
O degrau é paciência Por Daniel Faria, in Poesia, Explicação da casa, Edições Quasi, 1.ª edição, Novembro de 2003, página 55. https://youtu.be/1WMIYbmjAyU

Diamante

/ 401 leituras
O diamante também sonha poder um dia brilhar no escuro Por Jorge Sousa Braga, in O poeta nu , Diamanate, Assírio & Alvim, 2.ª edição, abril de 2014, página 202.

Dúvida

/ 359 leituras
1. …A dúvida agita os cortinados e nos sítios mais íntimos da vida acorda o passado. …   Por Manuel António Pina, in TODAS AS PALAVRAS poesia reunida, Assírio & Al...

Deus

/ 376 leituras
Deus a rir é o Diabo.   Por Augusto Baptista, in Histórias de coisa nenhuma e outras pequenas significâncias, Campo das Letras, novembro de 200, página 72.

Desejo

/ 361 leituras
…Também o tempo se move imovelmente no tempo, a esperança na incerteza, o desejo na convicção da eternidade. …   Manuel António Pina, TODAS AS PALAVRAS poesia reunida, ASSÍRIO &...

Deserto

/ 386 leituras
Engano. Decerto já ouviste falar na história de um mouro transido que trocou toda a água por amor de uma princesa cristã...   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in...

Duche

/ 409 leituras
Imitação de chuva, de origem francesa.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 58.

Douro

/ 360 leituras
1. Entre as escarpas do sol, o dorso da serpente. Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 18. 2. E o rio passa...

Dourodeias

/ 381 leituras
Enquanto as Dourodeias vinham ao de cima brincar nos reflexos das águas com olhos de limo, cabelos de algas, despenteios de espuma trazida do mar. Eram ao mesmo tempo mu...

Dardo

/ 326 leituras
Raio de sol do deserto.   Por João Pedro Mésseder, in Elucidário de Youkali seguido de Ordem Alfabética, Editorial Caminho, janeiro de 2006, página 29.

Decrépito

/ 363 leituras
Referente a primitiva forma de crepe.   Por João Pedro Mésseder, in Elucidário de Youkali seguido de Ordem Alfabética, Editorial Caminho, janeiro de 2006, página 30.

Delírio

/ 383 leituras
Lírio alucinado.   Por João Pedro Mésseder, in Elucidário de Youkali seguido de Ordem Alfabética, Editorial Caminho, janeiro de 2006, página 30.

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Vai no Batalha

Jorge Nuno Pinto da Costa (1937)

QUERO viver o tempo livre que me resta a amar os que gostam de mim e não a estar preocupado com os meus inimigos. Com o vosso entusiasmo, o F. C. do Porto, seja com quem for, será sempre um grande clube.

Casa do Brasileiro

ESCRITORES como Camilo ou Júlio Dinis reproduziam na literatura a velha tendência de, através da crítica do gosto, marcarem distâncias sociais face à ascensão de novas elites. Neste caso, tratava‑se da figura do “brasileiro” rico de torna viagem, sem a ascendência aristocrática e o “berço” das boas famílias e das boas casas que não tinham palmeiras nos jardins. Não interessa aqui saber qual foi a receita que misturou as origens arquitectónicas eruditas e quais são elas. No entanto, Camilo não se poupava no palavreado ridicularizador quando escrevia a propósito de uma destas casas: … cor ...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 995 leituras
Com tanto mar, amar é assunto salgado?