D

/ 372 leituras
O D sempre achou que era só metade de si. E vinga-se vivendo à dentada, trincando o vazio como que à procura de meia laranja, meia-tijela ou da metade esquerda do coração. Quando o peito se ...

Degrau

/ 326 leituras
O degrau é paciência Por Daniel Faria, in Poesia, Explicação da casa, Edições Quasi, 1.ª edição, Novembro de 2003, página 55. https://youtu.be/1WMIYbmjAyU

Diamante

/ 262 leituras
O diamante também sonha poder um dia brilhar no escuro Por Jorge Sousa Braga, in O poeta nu , Diamanate, Assírio & Alvim, 2.ª edição, abril de 2014, página 202.

Dióspiros

/ 257 leituras
os dióspiros acendem a manhã de outono em s. pedro do sul na aldeia do paraíso. nem uma folha só os frutos, agasalho de lume.   Por Francisco Duarte Mangas, in A...

Dúvida

/ 245 leituras
1. …A dúvida agita os cortinados e nos sítios mais íntimos da vida acorda o passado. …   Por Manuel António Pina, in TODAS AS PALAVRAS poesia reunida, Assírio & Al...

Deus

/ 249 leituras
Deus a rir é o Diabo.   Por Augusto Baptista, in Histórias de coisa nenhuma e outras pequenas significâncias, Campo das Letras, novembro de 200, página 72.

Desejo

/ 251 leituras
…Também o tempo se move imovelmente no tempo, a esperança na incerteza, o desejo na convicção da eternidade. …   Manuel António Pina, TODAS AS PALAVRAS poesia reunida, ASSÍRIO &...

Deserto

/ 246 leituras
Engano. Decerto já ouviste falar na história de um mouro transido que trocou toda a água por amor de uma princesa cristã...   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in...

Duche

/ 248 leituras
Imitação de chuva, de origem francesa.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 58.

Douro

/ 237 leituras
1. Entre as escarpas do sol, o dorso da serpente. Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 18. 2. E o rio passa...

Dourodeias

/ 251 leituras
Enquanto as Dourodeias vinham ao de cima brincar nos reflexos das águas com olhos de limo, cabelos de algas, despenteios de espuma trazida do mar. Eram ao mesmo tempo mu...

Dardo

/ 219 leituras
Raio de sol do deserto.   Por João Pedro Mésseder, in Elucidário de Youkali seguido de Ordem Alfabética, Editorial Caminho, janeiro de 2006, página 29.

Decrépito

/ 250 leituras
Referente a primitiva forma de crepe.   Por João Pedro Mésseder, in Elucidário de Youkali seguido de Ordem Alfabética, Editorial Caminho, janeiro de 2006, página 30.

Delírio

/ 240 leituras
Lírio alucinado.   Por João Pedro Mésseder, in Elucidário de Youkali seguido de Ordem Alfabética, Editorial Caminho, janeiro de 2006, página 30.

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Rui Rio (1957)

Ich weiss nicht, was sie sagen" ("Não sei do que falam").

Rota das Pirâmides

O EXÓTICO é um desejo; uma máquina de sedução; um domínio geo-semântico que designa um território imenso e quente, desconfinado, longínquo e incerto onde existem coisas estereotipadas, espécie de adereços e ambiências como o cheiro das especiarias, as trovoadas tropicais, as araras, as odaliscas, as palmeiras, os batuques, os camelos, e as pirâmides, por exemplo. O exotismo alimenta-se da nostalgia, do espaço e do tempo, como memória de uma idade de ouro em paragens remotas e tempos perdidos. Depois de Napoleão ter regressado a França após a Batalha das Pirâmides e se terem difundido as his...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 611 leituras
O telemóvel é um meio de incomunicação?