Dinheiro

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O dinheiro vivo encerra uma sedução inexplicável. Por Fra...

Domingo

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1. Ao domingo, o cansaço não tem nome. É por isso o dia mai...

Deriva

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a deriva é um percurso para ancorar os dias Por João Manu...

Dióspiros

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2. Há frutos que é preciso acariciar com os dedos com a ...

D

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O D sempre achou que era só metade de si. E vinga-se vivendo...

Degrau

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O degrau é paciência Por Daniel Faria, in Poesia, Explica...

Diamante

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O diamante também sonha poder um dia brilhar no escuro ...

Dúvida

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1. …A dúvida agita os cortinados e nos sítios mais ...

Deus

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Deus a rir é o Diabo.   Por Augusto Baptista, in ...

Desejo

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…Também o tempo se move imovelmente no tempo, a esperança n...

Deserto

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Engano. Decerto já ouviste falar na história de um mouro tra...

Duche

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Imitação de chuva, de origem francesa.   Por João...

Douro

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1. Entre as escarpas do sol, o dorso da serpente. P...

Dourodeias

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Enquanto as Dourodeias vinham ao de cima brincar nos r...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Bragança Fernandes (1948)

O seu (José Vieira de Carvalho) maior orgulho era a Maia. A Maia que ele sonhou, que ele conquistou, e que irrompeu das suas fronteiras em direcção ao cume dos Municípios. Viveu pela Maia e pela Maia morreu. 

Rua da Estrada de Arbo

Texto e foto de Álvaro Domingues

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

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Chegaremos aos quatrocentos?