D

/ 300 leituras
O D sempre achou que era só metade de si. E vinga-se vivendo à dentada, trincando o vazio como que à procura de meia laranja, meia-tijela ou da metade esquerda do coração. Quando o peito se ...

Degrau

/ 260 leituras
O degrau é paciência Por Daniel Faria, in Poesia, Explicação da casa, Edições Quasi, 1.ª edição, Novembro de 2003, página 55. https://youtu.be/1WMIYbmjAyU

Diamante

/ 208 leituras
O diamante também sonha poder um dia brilhar no escuro Por Jorge Sousa Braga, in O poeta nu , Diamanate, Assírio & Alvim, 2.ª edição, abril de 2014, página 202.

Dióspiros

/ 201 leituras
os dióspiros acendem a manhã de outono em s. pedro do sul na aldeia do paraíso. nem uma folha só os frutos, agasalho de lume.   Por Francisco Duarte Mangas, in A...

Dúvida

/ 200 leituras
1. …A dúvida agita os cortinados e nos sítios mais íntimos da vida acorda o passado. …   Por Manuel António Pina, in TODAS AS PALAVRAS poesia reunida, Assírio & Al...

Deus

/ 200 leituras
Deus a rir é o Diabo.   Por Augusto Baptista, in Histórias de coisa nenhuma e outras pequenas significâncias, Campo das Letras, novembro de 200, página 72.

Desejo

/ 209 leituras
…Também o tempo se move imovelmente no tempo, a esperança na incerteza, o desejo na convicção da eternidade. …   Manuel António Pina, TODAS AS PALAVRAS poesia reunida, ASSÍRIO &...

Deserto

/ 196 leituras
Engano. Decerto já ouviste falar na história de um mouro transido que trocou toda a água por amor de uma princesa cristã...   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in...

Duche

/ 196 leituras
Imitação de chuva, de origem francesa.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 58.

Douro

/ 199 leituras
1. Entre as escarpas do sol, o dorso da serpente. Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 18. 2. E o rio passa...

Dourodeias

/ 197 leituras
Enquanto as Dourodeias vinham ao de cima brincar nos reflexos das águas com olhos de limo, cabelos de algas, despenteios de espuma trazida do mar. Eram ao mesmo tempo mu...

Dardo

/ 169 leituras
Raio de sol do deserto.   Por João Pedro Mésseder, in Elucidário de Youkali seguido de Ordem Alfabética, Editorial Caminho, janeiro de 2006, página 29.

Decrépito

/ 194 leituras
Referente a primitiva forma de crepe.   Por João Pedro Mésseder, in Elucidário de Youkali seguido de Ordem Alfabética, Editorial Caminho, janeiro de 2006, página 30.

Delírio

/ 189 leituras
Lírio alucinado.   Por João Pedro Mésseder, in Elucidário de Youkali seguido de Ordem Alfabética, Editorial Caminho, janeiro de 2006, página 30.

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Eduardo Vítor Rodrigues (1971)

NÃO vamos licenciar novas construções. Vamos legalizar casas e empresas com histórico. São empresas consolidadas no território e também é uma forma de evitar que, por falta de uma licença, possam decidir abandonar Gaia e estabelecer-se em concelhos vizinhos, retirando de cá postos de trabalho.

Rua da Estrada do Futuro

ADIVINHAR o futuro ainda é para muitos uma espécie de bruxedo do antigamente. Consultava-se o mediador comunicante com o insondável para que ele nos antecipasse os nossos medos e esperanças; jogavam-se os dados e as cartas, observava-se o voo das aves, ouvia-se a voz da vidente, do oráculo, da sacerdotisa ou do feiticeiro em busca de interpretações, de enigmas premonitórios que sugeriam isto ou aquilo. O futuro é um tempo problemático. Cronos, o deus grego, tanto era entendido como uma divindade do tempo cíclico das colheitas – por isso era representado com uma gadanha que depois passou a s...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 509 leituras
Bater no ceguinho dá cadeia?