Candeia

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2. Chama de candeia: luz finita, como ser vivo, nem rouba n...

Caneta(s)

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guardam as palavras em estado líquido. Por Francisco Duar...

Culpa

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1. finíssima teia a estrangular a alegria, minúsculo insect...

Criança(s)

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3. Aberta, discreta ou desatenta é como o poeta: não men...

Cão labrador

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Cão que se dedica à lavoura. Por Paulo Moreira Lopes in C...

Coração

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Uma nascente de água salgada, o coração. Por João Manue...

Cereja

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2. rubra palavra, sinónimo mais doce de Maio. Francisco ...

Caça

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Já abateram todas as aves de espanto Francisco Duarte Ma...

Cisne

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Seria mais autêntico escrever cisne com S. Por Francisco...

Chaimite

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máquina de guerra carro de sonhos, às vezes. Francisco ...

Capitão

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de tempos a tempos os sonhadores chamam-se assim. Franci...

Choupo

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É uma árvore generosa, enche-se de frutos em pleno Verão, Fr...

Corvos

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Quem cria corvos acorda sem a menina dos olhos. Francisco...

Clausura

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A clausura aguça a arte de demorar pequenos gestos. Franc...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Bragança Fernandes (1948)

O seu (José Vieira de Carvalho) maior orgulho era a Maia. A Maia que ele sonhou, que ele conquistou, e que irrompeu das suas fronteiras em direcção ao cume dos Municípios. Viveu pela Maia e pela Maia morreu. 

Rua da Estrada de Arbo

Texto e foto de Álvaro Domingues

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

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Chegaremos aos quatrocentos?