Bugalho

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O bugalho, a leveza desmedida dos dias sem frutos. Por ...

Bibliófilo

/ 61 leituras
Os bibliófilos são fiéis aos livros e infiéis aos livreiros....

Búzio

/ 439 leituras
No búzio só há uma estação: o mar. Por João Manuel Ribe...

Boi

/ 489 leituras
2. O olhar triste do boi rumina a paisagem. Francisco Du...

Buril

/ 255 leituras
caminha por veredas antigas, limpas pelo melhor buril que é ...

Braço(s)

/ 504 leituras
2. o povo ergueu os braços como árvores de alegria Por F...

Burel

/ 232 leituras
2. agasalha frio antigo Por Francisco Duarte Mangas in A...

B

/ 570 leituras
O B julgava que tinha duas barrigas e morria de desgosto. At...

Bacalhau

/ 517 leituras
Nunca percebi por que razão há cento e uma maneiras de...

Baleia

/ 455 leituras
Quando te vejo qualquer oceano me parece diminuto. ...

Beijo

/ 517 leituras
Entre o céu azul e o céu da tua boca   vai a d...

Beber

/ 516 leituras
Beber muito cansa a alma. Deforma o corpo.   Por ...

Baptismo

/ 451 leituras
Primeiro banho de água fria.   Por João Pedro Més...

Baptizar o vinho

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Afogar em água a alegria do vinho.   Por João Ped...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Bragança Fernandes (1948)

O seu (José Vieira de Carvalho) maior orgulho era a Maia. A Maia que ele sonhou, que ele conquistou, e que irrompeu das suas fronteiras em direcção ao cume dos Municípios. Viveu pela Maia e pela Maia morreu. 

Rua da Estrada de Arbo

Texto e foto de Álvaro Domingues

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

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Chegaremos aos quatrocentos?