Buril

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caminha por veredas antigas, limpas pelo melhor buril que é o uso Por Francisco Duarte Mangas in Homens de talabarte, conto inserto na obra Pavese no café Ceuta, edição Teodolito, feverei...

Braço(s)

/ 305 leituras
2. o povo ergueu os braços como árvores de alegria Por Francisco Duarte Mangas in Azul como uma laranja, conto inserto na obra Pavese no café Ceuta, edição Teodolito, fevereiro de 2019, ...

Burel

/ 50 leituras
2. agasalha frio antigo Por Francisco Duarte Mangas in As meninas, conto inserto na obra Pavese no café Ceuta, edição Teodolito, fevereiro de 2019, página 14 1. Suave vocábulo de tec...

B

/ 390 leituras
O B julgava que tinha duas barrigas e morria de desgosto. Até que o médico lhe disse que eram dois pulmões e que escusava de abafar debaixo da roupa para se esconder. Por Regina Guimarães...

Bacalhau

/ 371 leituras
Nunca percebi por que razão há cento e uma maneiras de trair o fiel amigo.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro...

Baleia

/ 304 leituras
Quando te vejo qualquer oceano me parece diminuto.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página 10.

Boi

/ 326 leituras
Pelos olhos de melancolia redonda rumina o verde silêncio da Primavera.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro...

Beijo

/ 314 leituras
Entre o céu azul e o céu da tua boca   vai a distância de um beijo.   Por César Augusto Romão, in Tanto ar, Propagare, 2009, página 18.    

Beber

/ 363 leituras
Beber muito cansa a alma. Deforma o corpo.   Por Francisco Duarte Mangas, in A casa dos caçadores, hidra editores, 2007, página 14.

Baptismo

/ 287 leituras
Primeiro banho de água fria.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 56.

Baptizar o vinho

/ 308 leituras
Afogar em água a alegria do vinho.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 56.

Barragem

/ 307 leituras
Campo de concentração de rios e regatos.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 56.

Bolacha de água e sal

/ 323 leituras
Bolacha sem sombra de pecado, inventada pelos franciscanos.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 56.

Dar com os burrinhos na água

/ 329 leituras
Ser obrigado a lavar os pobres animais bem lavados.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 58.

Tabuleta Digital

Sete Perguntas

Vai no Batalha

Rui Moreira (1956)

NÃO preciso de citar ninguém para dizer que esse comentário [de eleitoralismo] ilustra bem a visão populista de quem esteve distraído por ocasião da conferência de imprensa que demos em Gaia ou por ocasião da cimeira de Sintra.

Rua da Estrada do cada um por si

O PRINCÍPIO ideológico que regula a selva global do capitalismo está a reduzir a fanicos o pouco do solidário que a sociedade tinha: cada um por si, portanto. Não há contos de crianças. Há folhas de cálculo, discursos cinzentos em economês, correctíssimos, e conversas blindadas sobre o efeito da subida de uma taxa nos santos espíritos das hormonas da outra, sobre a sustentabilidade seja lá do que for e assim por diante de palavras feitas de ração granulada e chumbo derretido. Os lugares do Estado e da Política foram tomados de assalto pela ceifeira-debulhadora-enfardadeira da máquina do dinhei...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

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Que eu é aquele que te olha ao espelho?