B

/ 320 leituras
O B julgava que tinha duas barrigas e morria de desgosto. Até que o médico lhe disse que eram dois pulmões e que escusava de abafar debaixo da roupa para se esconder. Por Regina Guimarães...

Bacalhau

/ 316 leituras
Nunca percebi por que razão há cento e uma maneiras de trair o fiel amigo.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro...

Baleia

/ 260 leituras
Quando te vejo qualquer oceano me parece diminuto.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página 10.

Boi

/ 274 leituras
Pelos olhos de melancolia redonda rumina o verde silêncio da Primavera.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro...

Beijo

/ 256 leituras
Entre o céu azul e o céu da tua boca   vai a distância de um beijo.   Por César Augusto Romão, in Tanto ar, Propagare, 2009, página 18.    

Beber

/ 312 leituras
Beber muito cansa a alma. Deforma o corpo.   Por Francisco Duarte Mangas, in A casa dos caçadores, hidra editores, 2007, página 14.

Baptismo

/ 233 leituras
Primeiro banho de água fria.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 56.

Baptizar o vinho

/ 264 leituras
Afogar em água a alegria do vinho.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 56.

Barragem

/ 261 leituras
Campo de concentração de rios e regatos.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 56.

Bolacha de água e sal

/ 278 leituras
Bolacha sem sombra de pecado, inventada pelos franciscanos.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 56.

Dar com os burrinhos na água

/ 281 leituras
Ser obrigado a lavar os pobres animais bem lavados.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 58.

Barra

/ 196 leituras
a Barra com um Castelo que só dispara tiros de ondas.   Por José Gomes Ferreira, in Ao Porto, Colectânea de Poesia sobre o Porto, organização de Adosinda Providência Torgal e M...

Barriga

/ 263 leituras
homem prodigioso, com uma grande barriga sacudida de risadas.   Por Raul Brandão, in Os Pescadores, Estante Editora, 2.ª edição, agosto de 2010, página 29.

Barba(s)

/ 251 leituras
1. ... enquadrada pela barba de passa-piolho toda branca.   Por Raul Brandão, in Os Pescadores, Estante Editora, 2.ª edição, agosto de 2010, página 29.   2. É o J...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Rui Rio (1957)

Ich weiss nicht, was sie sagen" ("Não sei do que falam").

Rota das Pirâmides

O EXÓTICO é um desejo; uma máquina de sedução; um domínio geo-semântico que designa um território imenso e quente, desconfinado, longínquo e incerto onde existem coisas estereotipadas, espécie de adereços e ambiências como o cheiro das especiarias, as trovoadas tropicais, as araras, as odaliscas, as palmeiras, os batuques, os camelos, e as pirâmides, por exemplo. O exotismo alimenta-se da nostalgia, do espaço e do tempo, como memória de uma idade de ouro em paragens remotas e tempos perdidos. Depois de Napoleão ter regressado a França após a Batalha das Pirâmides e se terem difundido as his...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 610 leituras
O telemóvel é um meio de incomunicação?