Erva

/ 213 leituras
Um vocábulo verde, muito verde, no meio do inverno Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Maçã

/ 643 leituras
O coração luminoso do mundo na manhã de outono. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Maio

/ 186 leituras
A paixão das rãs incendeia a tarde. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro. SOBRE O AUTOR: Francisco Duarte Mangas (Rossas, 1960) foi professor três anos...

Jasmim

/ 260 leituras
Pronome pessoal bem cheiroso. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro. SOBRE O AUTOR: Francisco Duarte Mangas (Rossas, 1960) foi professor três anos e jornali...

Nuvem

/ 530 leituras
Comovido querubim não sabe conter a tristeza Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro

Rosmaninho

/ 520 leituras
Rosnar ternurento. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Alecrim

/ 921 leituras
O paraíso das joaninhas é, assim, aromático. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Ervilha

/ 568 leituras
Palavra com grão dentro. Antes quebrar que torcer, é o seu lema. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Herbário

/ 294 leituras
Que a dúvida não floresça: herbário não é parente do camelo. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro. SOBRE O AUTOR: Francisco Duarte Mangas (Rossas, 1960) fo...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Manuel Pizarro (1964)

AGORA, em vez de se tentar encontrar um regime de arrendamento equilibrado, entre o senhorio e o arrendatário, resolveram romper esse equilíbrio, colocando os arrendatários individuais no arrendamento habitacional e os arrendatários industriais e comerciais no arrendamento não habitacional, completamente à mercê do senhorio.

Rua da Estrada da estrada

AS estradas que vão pelas cotas altas das encostas têm larguezas de vistas que nem se imagina. Sigam-se as instruções: onde aparecerem placas a dizer Estrada, certifique-se que essas larguezas de vistas estão mesmo lá; de seguida, procure-se um local bom para paragem (dantes havia uns sinais muito lindos com a silhueta das camionetas da carreira) e pare-se olhando a encosta da outra banda. Chegou o momento da contemplação. Use-se um bom produto para clarear o humor vítreo, a córnea, a pupila e o resto da tralha de ver, e mantenham-se as pálpebras bem abertas. Pode fotografar, desenhar ou or...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 472 leituras
As portas do Paraíso têm campainha?