Ervagem

/ 174 leituras
Diz-se assim quando as ervas emigram. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro. SOBRE O AUTOR: Francisco Duarte Mangas (Rossas, 1960) foi professor três ano...

Violeta

/ 251 leituras
Nas grandes paixões sempre existe um pequenino ramo de violetas. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Cerejeira

/ 596 leituras
Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Azeitona

/ 392 leituras
Joaninha luzidia, não sabe voar Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro. SOBRE O AUTOR: Francisco Duarte Mangas (Rossas, 1960) foi professor três anos e jorna...

Palavrícola

/ 104 leituras
Aquele que semeia sílabas no vento na esperança de colher a felicidade. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro. SOBRE O AUTOR: Francisco Duarte Mangas (R...

Manhã

/ 187 leituras
Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Maçã

/ 777 leituras
O coração luminoso do mundo na manhã de outono. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Água

/ 353 leituras
Umas vezes inunda os sonhos da erva outras vezes leva o pesadelo até à extrema secura. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro. SOBRE O AUTOR: Francisco Du...

Hortelã

/ 425 leituras
Eis uma erva prudente agasalhada temendo que os fios do inverno lhe roubem a fragrância. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Ervado

/ 202 leituras
Jardim por barbear. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro. SOBRE O AUTOR: Francisco Duarte Mangas (Rossas, 1960) foi professor três anos e jornalista du...

Seiva

/ 189 leituras
Íntima ternura água florida. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Abóbora-menina

/ 592 leituras
Filha adotiva do hortelão. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Rui Rio (1957)

Ich weiss nicht, was sie sagen" ("Não sei do que falam").

Rota das Pirâmides

O EXÓTICO é um desejo; uma máquina de sedução; um domínio geo-semântico que designa um território imenso e quente, desconfinado, longínquo e incerto onde existem coisas estereotipadas, espécie de adereços e ambiências como o cheiro das especiarias, as trovoadas tropicais, as araras, as odaliscas, as palmeiras, os batuques, os camelos, e as pirâmides, por exemplo. O exotismo alimenta-se da nostalgia, do espaço e do tempo, como memória de uma idade de ouro em paragens remotas e tempos perdidos. Depois de Napoleão ter regressado a França após a Batalha das Pirâmides e se terem difundido as his...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 605 leituras
O telemóvel é um meio de incomunicação?