Alexandra Malheiro (1972)

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Despedi-me ontem de um amigo. A morte, em tempos asséptico...

Zilda Cardoso

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Apenas quero falar do que não deixará raízes. Simplesmente m...

Paulo Ferreira da Cunha (1959)

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Que a truculência e a baixeza dos adversários, e mesmo dos i...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Bragança Fernandes (1948)

O seu (José Vieira de Carvalho) maior orgulho era a Maia. A Maia que ele sonhou, que ele conquistou, e que irrompeu das suas fronteiras em direcção ao cume dos Municípios. Viveu pela Maia e pela Maia morreu. 

Rua da Estrada de Arbo

Texto e foto de Álvaro Domingues

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

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A quantos decibéis pulsa um coração apaixonado?