Helder Pacheco (1937)

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O país, fora os que queriam praia, enfrenta a tragédia com m...

Zilda Cardoso

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Apenas quero falar do que não deixará raízes. Simplesmente m...

Hélder Magalhães (1982)

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Gostava de dizer-lhe o tanto que gostava dela. Primeiro teri...

Armando Requeixo (1971)

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Onte no Diario Cultural do Galicia por Diante da Radio Galeg...

Mário Cláudio (1941)

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Nada. Eu não espero nada. Quando se começou a esboçar a idei...

Anabela Borges (1970)

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Há 1 ano, neste dia - o Dia Mundial do Livro - foi-me atribu...

Arsénio Mota (1930)

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Domingo passado, dia 22, estive com a Armanda Passos, ai...

Regina Gouveia (1945)

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Vivo numa casa independente, com pátio, quintal e jardim pel...

Antonio García Teijeiro (1952)

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Na tarde de onte, 26 de setembro, no auditorio do edificio d...

Jorge Palinhos (1977)

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A Confeitaria Serrana é um espaço lindíssimo, que tem do...

Pedro Guilherme-Moreira (1969)

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Quero que façam parte disto. Amigos, leitores, voleibolistas...

Teixeira de Pascoaes por Pedro Sinde

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Matosinhos, 9 de Janeiro de 2015 Para ir à sua carta directamente, antes de mais, gostava de dizer que

Talleen Hacikyan (1959)

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Today we are going to dive right in and make a spread, that ...

Manuel Andrade (1969)

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Fechado em casa, aproveito para tentar ler as dezenas de iné...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Bragança Fernandes (1948)

O seu (José Vieira de Carvalho) maior orgulho era a Maia. A Maia que ele sonhou, que ele conquistou, e que irrompeu das suas fronteiras em direcção ao cume dos Municípios. Viveu pela Maia e pela Maia morreu. 

Rua da Estrada de Arbo

Texto e foto de Álvaro Domingues

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

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A quantos decibéis pulsa um coração apaixonado?