Mário Cláudio (1941)

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Nada. Eu não espero nada. Quando se começou a esboçar a idei...

Teixeira de Pascoaes por Pedro Sinde

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Matosinhos, 9 de Janeiro de 2015 Para ir à sua carta directamente, antes de mais, gostava de dizer que

Arsénio Mota (1930)

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Domingo passado, dia 22, estive com a Armanda Passos, ai...

Alexandra Malheiro (1972)

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Despedi-me ontem de um amigo. A morte, em tempos asséptico...

Jorge Palinhos (1977)

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A Confeitaria Serrana é um espaço lindíssimo, que tem do...

Júlio Roldão (1953)

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Viajo à roda do meu quarto, aqui, na portuense Rua do Bonjar...

Regina Gouveia (1945)

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Vivo numa casa independente, com pátio, quintal e jardim pel...

José Rui Teixeira (1974)

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Já chegou às livrarias a antologia da poesia de Rosario Cast...

Francisco Duarte Mangas (1960)

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aos jornalistas pé-de-microfone, que esta tarde cobriram o ...

Pedro Amaral (1974)

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Encosto a cara a este sol de Inverno, que dia magnífico para dar uma volta pela paróquia. Até os homens da junta trabalhavam com mais afinco...

Manuel Andrade (1969)

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Fechado em casa, aproveito para tentar ler as dezenas de iné...

Pedro Marques (1990)

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Que dias loucos têm sido estes!

Daniel Deusdado (1968)

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Dívida+Dívida+Dívida. Como, até quando e paga por quem? Há d...

Paulo Ferreira da Cunha (1959)

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Que a truculência e a baixeza dos adversários, e mesmo dos i...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Bragança Fernandes (1948)

O seu (José Vieira de Carvalho) maior orgulho era a Maia. A Maia que ele sonhou, que ele conquistou, e que irrompeu das suas fronteiras em direcção ao cume dos Municípios. Viveu pela Maia e pela Maia morreu. 

Rua da Estrada de Arbo

Texto e foto de Álvaro Domingues

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

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A quantos decibéis pulsa um coração apaixonado?