Castanhas

/ 504 leituras
Por Maria Celeste Pereira, natural de Aveiro. Exerceu funções na Segurança Social. Reformada e frequenta a Universidade Sénior do Porto – Agitar.

Ideias despenteadas (14)

/ 285 leituras
- Começaram a meter-nos ideias estrangeiras na cabeça. (calendário: outubro) Por Catarina Gomes (1983, Águas Santas, Maia), designer de comunicação e ilustradora freelancer, publicado in ...

Maçã

/ 506 leituras
Por Maria Eduarda Carvalho, natural de Esmoriz, nascida em 1941, estudou no Porto e vive em Paranhos. Antes da reforma era professora do 1º ciclo do Ensino Básico. Frequenta a Universidade S...

Ideias despenteadas (13)

/ 336 leituras
- Chegou a altura de tirar estas ideias da cabeça. (Calendário: setembro) Por Catarina Gomes (1983, Águas Santas, Maia), designer de comunicação e ilustradora freelancer, publicado in htt...

Uvas

/ 648 leituras
Por Maria Eduarda Carvalho, natural de Esmoriz, nascida em 1941. Estudou no Porto e vive em Paranhos. Antes da reforma era professora do 1.º ciclo do Ensino Básico. Frequenta a Universidade ...

Girassol

/ 959 leituras
Por Josita Oliveira, natural de V. N. de Famalicão, nasceu em 1949. Exerceu a profissão de contabilista. Reside no Porto.

Peixe

/ 429 leituras
Por Olga Bonito, natural do Porto. Professora primária reformada. Frequenta a Universidade Sénior do Porto - Agitar.

Verão

/ 433 leituras
Gosto do cheiro a sargaço inserto na palavra; outras vezes é a sua sombra que procuro. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Manuel Pizarro (1964)

NÓS gostaríamos que no próximo ano pudesse haver uma avaliação a esta medida e pudesse haver a ponderação de um alargamento ainda maior (…). A bitola que na cidade do Porto os jovens até aos 18 anos pudessem ter transportes públicos gratuitos, parece-nos uma bitola que talvez seja financeiramente sustentável. 

Rua da Estrada das terras viciosas

NOS idos de 1723, Bernard Mandeville escrevia a sua Fábula das Abelhas, ou de como os vícios privados se podiam transformar em públicas virtudes, chegando a questionar como é que uma nação poderia ser próspera e gloriosa se apenas fosse bondosa e atinada. No Século das Luzes, luminárias tão diversas como David Hume, Jeremy Bentham ou Adam Smith, embrulharam-se nestes meandros sobre o luxo, a moral, os bons e os maus costumes, ou a riqueza das nações. Completando o ramalhete, o Marques de Sade trataria do assunto da forma mais radical, com e sem a dança do varão aqui pintada, cerveja ou martini...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

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As nuvens têm dono?