O Sul

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UM campo de navalhas perfumadas. Tento encontrar a exacta im...

De passagem pela Corunha

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NO mês passado, tive a felicidade de apresentar o meu livro,...

Borges e eu

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TODOS os turistas parecem um pouco míopes quando estão perdi...

O céu transfigurado

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Um círculo perfeito

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ALGUNS aproximaram-se demasiado da lucidez. Quando o pensame...

Submundo

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QUANDO me aborreço da cidade superficial, corro para a estaç...

Imagens do Inverno

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CHEGOU o Inverno, ou melhor, chegaram as imagens do Inverno,...

Cidade felina

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Variações sobre Novembro

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O amor e um edifício

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ESTOU a amar um edifício. É o edifício com mais requinte e c...

Uma obscura lucidez no rosto

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O Verão dos poetas

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JULHO. Os dias são velozes e esplêndidos. O sol está mais pr...

Das pessoas que nos fazem gente

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Para o Manuel António Pina CONHECI o poeta em 2003. Estava ...

Dramas de companhia de André Domingues

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AS trágicas encenações da existência. Um homem que vive pris...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Bragança Fernandes (1948)

O seu (José Vieira de Carvalho) maior orgulho era a Maia. A Maia que ele sonhou, que ele conquistou, e que irrompeu das suas fronteiras em direcção ao cume dos Municípios. Viveu pela Maia e pela Maia morreu. 

Rua da Estrada de Arbo

Texto e foto de Álvaro Domingues

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

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A quantos decibéis pulsa um coração apaixonado?