Rua da Alegria

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SEMPRE me intrigou o nome daquela rua, a facilidade com que ...

Retrato de Sevilha

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HÁ um magnífico poema de e.e. cummings que começa com um ind...

A flor do desespero

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O HOMEM que conduzia o táxi trazia uma tristeza lenta e subm...

A felicidade da hora

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POR vezes descubro um lugar na cidade onde a beleza é mais p...

Agramonte

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su cuerpo dejará no su cuidado; serán ceniza, mas tendrá se...

Beijar uma pantera

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O CALOR vem, rastejante, pelo ar, roubar-nos o equilíbrio, a...

Savall no Salão Árabe

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A RIBEIRA tem algo de tesouro a céu aberto, de baú atafulhad...

Ulisses

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LEMBRAM-SE certamente do Ulisses, o homem que escrevia poema...

Enquanto a luz se asfixia

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VELAM os últimos entardeceres da Terra. São jovens, profétic...

Abaixo de zero

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FALA-SE pouco do frio porque o frio não tem voz, não atinge ...

Da escuridão dos teatros

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RECORDO, com prazer, a terrível escuridão dos teatros. Antes...

O jardim das virtudes

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SOU um Walt Whitman frustrado, no Jardim das Virtudes, a ten...

Cidades videntes

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FIND what you love and let it kill you”, escreveu Bukowski. ...

A síndrome de Fitzgerald

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TENHO andado a voar com a prosa de Fitzgerald. Gosto da dest...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Bragança Fernandes (1948)

O seu (José Vieira de Carvalho) maior orgulho era a Maia. A Maia que ele sonhou, que ele conquistou, e que irrompeu das suas fronteiras em direcção ao cume dos Municípios. Viveu pela Maia e pela Maia morreu. 

Rua da Estrada de Arbo

Texto e foto de Álvaro Domingues

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

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A quantos decibéis pulsa um coração apaixonado?