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Sete perguntas a Lina & Nando

Sete perguntas a Lina & Nando

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TORNA-SE público que a sociedade que gira sob a firma Lina & Nando é de criatividade ilimitada, sendo composta por dois sócios: a Carolina Lapa e o Luís Fernando Nobre. Ela é natural de Vila do Conde e ele um estrangeiro de Leiria. O capital artístico é integralmente subscrito por ambos. A empresa tem a sua sede em Massarelos e a clientela espalhada um pouco por todo o lado. O estabelecimento tem um aviamento muito variado, desde a fotografia, a ilustração e a prosa, saindo, em certas horas do dia, bem condimentado. A visitar.

Por Paulo Moreira Lopes

§

Carolina Lapa

1 – Data de nascimento e naturalidade (freguesia e concelho)?

Vila do Conde, 9 de Setembro de 1983.

2 – Atual residência (freguesia e concelho)?

Massarelos, Porto.

3 – Escolas/Universidade que frequentou no distrito do Porto?

Escola Primária do Bouças, Escola EB 2,3 Frei João e Escola Secundária José Régio, tudo em Vila do Conde.

4 – Habilitações literárias?

Licenciatura.

5 – Atividade profissional?

Redactora publicitária.

6 – Em que medida o local onde viveu ou vive influenciou ou influencia o seu trabalho por referência a fenómenos geográficos (paisagem, rios, montanha, cidade), culturais (linguagem, sotaque, festividades, religião, história) e económicos (meio rural, industrial ou serviços)?

Vivo no Porto porque gosto de ir a pé para o trabalho.

7 – Endereço na web/blogosfera para a podermos seguir?

http://linaenando.blogspot.com/

§

Luís Fernando Nobre

1 – Data de nascimento e naturalidade (freguesia e concelho)?

No BI diz Leiria; nas perfumarias: 29 de Outubro.

2 – Atual residência (freguesia e concelho)?

Massarelos ao palácio, Porto.

3 – Escolas/Universidade que frequentou no distrito do Porto?

Fiz publicidade na UFP.

4 – Habilitações literárias?

Tenho um papel que certifica: licenciatura.

5 – Atividade profissional?

Publicitário.

6 – Em que medida o local onde viveu ou vive influenciou ou influencia o seu trabalho por referência a fenómenos geográficos (paisagem, rios, montanha, cidade), culturais (linguagem, sotaque, festividades, religião, história) e económicos (meio rural, industrial ou serviços)?

Depois de 20 anos de Leiria e 21 de Porto: o diagnóstico do Eça é bom; é cada vez melhor: somos todos provincianos. O título do Camus também não é nada mau: o estrangeiro.

7 – Endereço na web/blogosfera para o podermos seguir?

http://linaenando.blogspot.com/
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