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Sete perguntas a Jorge Neto

Sete perguntas a Jorge Neto

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O JORGE Neto foi-se fazendo nas associações e movimentos desportivos, culturais e sociais de Valongo. É um valonguense de gema e disso tem muito orgulho. Tal como sucedeu a muitos outros residentes naquele e noutros subúrbios, acabou por ser atraído pelo grande centro urbano que é o Porto. A sua visão atual do mundo, quem sabe idealista, vem desta convivência urbana. A não perder num cinema perto de si.

Por Paulo Moreira Lopes

1 – Data de nascimento e naturalidade (freguesia e concelho)?
08/05/1975 Valonguense de “gema”.

2 – Atual residência (freguesia e concelho)?
Valongo/Valongo (mas nunca estou em casa)!

3 – Escolas/Universidade que frequentou no distrito do Porto?
Escola Secundaria da Concelho de onde sou natural.

4 – Formação académica?
12º ano.

5 – Atividade profissional?
Actor.

6 – Em que medida o local onde viveu ou vive influenciou ou influencia o seu trabalho por referência a fenómenos geográficos (paisagem, rios, montanha, cidade), culturais (linguagem, sotaque, festividades, religião, história) e económicos (meio rural, industrial ou serviços)?
Enquanto jovem não tive a possibilidade de olhar para o local onde nasci com tanta distância como tenho feito nos últimos dez anos.

Na minha juventude, os meus pais e eu tentamos sempre ter uma vida socialmente ativa dentro das nossas possibilidades. Envolvemo-nos em associações e movimentos desportivos, culturais e sociais. Desta forma obtive bases que considero importantes para aquilo que eu penso ser hoje.

É certo que sempre tive uma vontade primária de querer mais para todos, acreditando que isso teria consequências benéficas também para mim.

Perante as dificuldades e desvantagens próprias de um subúrbio como é Valongo fui atraído pelo grande centro urbano que é o Porto. Daqui resultou uma convivência com outras pessoas e uma amálgama de ideias que nos últimos dez anos, como disse, foram amadurecendo. A minha atual visão do mundo, talvez precoce, talvez idealista, vem desta influência urbana.

É uma visão do mundo de que não importa muito de onde vens, se é certo que vens deste planeta. O que importa é observar à nossa volta e ver como somos diferentes, quer na nossa terra, quer noutra terra. É notar como tudo é diverso.

O que importa na essência, na minha e na tua que lês isto, é o que queres fazer com o resultado da observação que fazes do mundo. O mundo está cheio de barreiras geográficas, culturais e económicas, mas ele continua a rodar. Todos os dias as pessoas saem de casa, com ou sem rumos definidos, mas dando-se a conhecer e assim descobrem o lugar delas na sua terra ou nesta órbita, neste imenso “mar” que é a vida. Como eu penso ter descoberto!

7 – Endereço na web/blogosfera para o podermos seguir?
Podem seguir-me e seguir os meus trabalhos em teatro cinema nas páginas web: http://jorgeneto.jimdo.com ou http://jorgeneto.comportugal.com/

Publicado originalmente em 11 de outubro de 2012

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