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Sete perguntas a João Pedro Marnoto

Sete perguntas a João Pedro Marnoto

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PARA o João Pedro, o Porto, a sua cidade natal, é o seu porto de abrigo. Já navegou por muitos e variados mares (faz jus ao nome) e, nos últimos tempos, tem viajado entre Trás-os-Montes e o vale do Douro, mas regressa sempre ao lugar onde se sente mais seguro: Paranhos (por pouca soava a paramos). É a sua zona de conforto. Por influência da família, os seus interesses não se limitaram ao espaço urbano, daí a explicação das incursões pelo meio rural, que agora se revelam no seu trabalho mais recente, a cores e às vezes, poucas, a preto e branco.

Por Paulo Moreira Lopes

1 – Data de nascimento e naturalidade (freguesia e concelho)?

6 de Outubro de 1975, Porto.

2 – Atual residência (freguesia e concelho)?

Num misto de vida nómada com alguns pontos mais fixos, divido a minha residência entre Trás-os-Montes, Douro e Porto/Paranhos. Mas o Porto é e sempre será o meu ponto de partida e ponto de chegada. O Porto como o meu Porto de Abrigo.

3 – Escolas/Universidade que frequentou no distrito do Porto?

– Escola Secundária Aurélia de Sousa

– Escola Secundária Soares dos Reis

– Escola Superior de Artes e Design de Matosinhos (1º ano curso de Design Gráfico)

4 – Formação académica?

Bachelor in Arts – “Photography in the Arts” – Swansea Institute of Higher Education, País de Gales (1997/98)

Higher National Diploma – I”ndependent/Expressive Photography” – Bournemouth College of Art & Design, Inglaterra (1995/97)

5 – Atividade profissional?

Fotografia, vídeo e por vezes docente.

6 – Em que medida o local onde viveu ou vive influenciou ou influencia o seu trabalho por referência a fenómenos geográficos (paisagem, rios, montanha, cidade), culturais (linguagem, sotaque, festividades, religião, história) e económicos (meio rural, industrial ou serviços)?

Seguramente que influencia na medida em que para mim, o Porto é e sempre será o lugar das raízes, segurança e família. E como tal, mesmo que num nível instintivo e emocional, impele a fuga desse conforto do lar na ansia da surpresa do desconhecido sempre por descobrir. É a eterna relação de amor e ódio por aquilo que nos é mais próximo.

Igualmente, o facto de eu já ser “produto” nascido e criado no espaço urbano, mas com as devidas referencias rurais de herança familiar, acredito que tal tenha acentuado o meu interesse e influenciado a forma como abordo a temática rural que têm marcado o meu trabalho mais recente.

7 – Endereço na web/blogosfera para o podermos seguir?

www.jpmarnoto.com
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