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Sete perguntas a Elisabete Gonçalves

Sete perguntas a Elisabete Gonçalves

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A ELISABETE não nasceu cá, mas depois de viver no Porto desde os 12 anos, em especial em Campanhã, sente a cidade como se fosse a sua casa. Os monumentos, as pessoas, o rio Douro e a Ribeira já se confundem consigo. Este lugar entranhou-se tanto na sua identidade que se tornou uma segunda pele. Por isso, as suas obras, quais impressões digitais, refletem aquelas influências, às quais acrescenta a magia necessária para transformar a fantasia (será o Porto uma ficção?) em realidade.

Por Paulo Moreira Lopes

1 – Data de nascimento e naturalidade (freguesia e concelho)?

08 de Setembro de 1977, Lyon, França.

2 – Atual residência (freguesia e concelho)?

Campanhã, Porto.

3 – Escolas/Universidade que frequentou no distrito do Porto?

Escola Primária do Cedro nº 6; Escola Preparatória Soares dos Reis; Escola Preparatória Irene Lisboa; Escola Secundária Alexandre Herculano; Escola Secundária Rodrigues de Freitas; Faculdade de Letras da Universidade do Porto e Universidade Aberta.

4 – Habilitações literárias?

Licenciatura em Línguas e Literaturas Modernas, variante de Estudos Portugueses e Ingleses e variante de Estudos Portugueses e Franceses

Master em Excelencia Educativa

5 – Atividade profissional?

Técnica Especialista na área das telecomunicações / Escritora

6 – Em que medida o local onde viveu ou vive influenciou ou influencia o seu trabalho por referência a fenómenos geográficos (paisagem, rios, montanha, cidade), culturais (linguagem, sotaque, festividades, religião, história) e económicos (meio rural, industrial ou serviços)?

O Porto é uma cidade linda, que tem tudo: monumentos de perder o fôlego, paisagens lindíssimas, praia, gente simpática, cultura, movida… É onde pertenço, onde vivo desde os 12 anos e onde me sinto em casa.

Para mim a nossa belíssima cidade faz parte de quem sou, da minha identidade, é como uma segunda pele, e como fazemos melhor aquilo de que gostamos, é-me essencial escrever sobre o Porto, da mesma forma que quando pinto (a pintura em acrílico sobre tela é um hobby), um dos temas recorrentes é a Ponte Luiz I, o Rio Douro… É este, afinal, o tema da capa do meu livro Percursos Imprecisos: o rio Douro, a Ribeira e a magia que devemos tentar conferir ao nosso dia-a-dia, fazendo da Fantasia a nossa Realidade! Por tudo isto a resposta é sim, o Porto influencia-me com a sua dinâmica citadina, com o seu dialecto especial e com a sua riqueza arquitectónica única!

7 – Endereço na web/blogosfera para a podermos seguir?

https://www.facebook.com/PercursosImprecisos
http://elisabetegoncalves.portaldaliteratura.com

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