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Bragança Fern...

Bragança Fernandes (1948)

Ilustração de Maria Mónica

Acho grave que não avisem a Câmara. Não sabemos de nada. Devíamos ter sido alertados para acionarmos meios no sentido de salvaguardar a população. Deveríamos ter meios para podermos vigiar a zona, mas nem sabemos onde é, e proteger a população em causa. 

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O GOVERNO não gosta dos maiatos, porque se gostasse não retirava a variante à Estrada Nacional 14, que estava em fase final de adjudicação. Empurrou com a barriga para a frente e não sei quando vai ser adjudicada, o que provoca para os industriais que têm empresas na zona muito sacrifício e prejuízos. É que a EN 14 tem demoras de cerca de uma hora entre a Maia e a Trofa, sendo muito difícil de escoar o trânsito. Já ouço falar em arranjar esta estrada há mais de 20 anos. 

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TEM que haver solidariedade, ética e justiça. Temos um Governo da República de Portugal, devemos ser todos tratados por igual. 

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ACHO um belíssimo nome. É um nome de que gosto, é um académico, um homem que não está ligado a um partido, pode recolher votos dos outros partidos. É um homem que não tem nada a temer. É um homem sério, um homem bom, com um currículo fantástico. É um candidato para lutar com toda a abertura com o doutor Rui Moreira. 

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NUMA das comissões do Comité das Regiões a que pertenço (o CEDEC), convidei cerca de 12 membros do CR a deslocarem-se ao nosso concelho, visitaram várias IPSS e levaram uma imagem muito boa da Maia e de Portugal acerca daquilo que é feito pelos idosos. O resultado foi tão bom que me obrigaram a fazer uma conferência para 600 pessoas, lançaram um livro, onde a Maia e as nossas IPSS foram enaltecidas, até os suecos que se preocupam muito com a Saúde, levantaram a voz e deram os parabéns às instituições, ao trabalho que vocês fazem, bem como à Câmara Municipal. Estamos todos de parabéns por este esforço ser reconhecido a este nível. 

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O PS está a tentar ganhar as eleições autárquicas na secretaria. O Governo está a travar estes investimentos pois estamos a falar de concelhos liderados pelo PSD. Está descaradamente a fazer campanha política, tentando influenciar as eleições autárquicas, prejudicando claramente estes concelhos, as empresas e as pessoas da região. 

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ESTOU seriamente a pensar candidatar-me à presidência da distrital do PSD, mas primeiro quero ouvir as secções, os dirigentes distritais nacionais e concelhios. No sábado vou expor aos militantes as razões por que me vou candidatar. Quero um partido mais humanista e mais próximo das pessoas, no fundo, quero levar o PSD às secções. 

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HOJE percebi que há uma verba para começar a obra, as câmaras contaram com uma verba dos próprios investimentos camarários para avançar com a obra, o que queremos é que o Estado cumpra, porque neste momento aquilo é um canal de esgoto. 

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UM exemplo paradigmático é o parque da Metro do Porto que está sempre cheio com utentes do aeroporto. Portanto, é preciso dizer basta! Já tive que fazer um jardim várias vezes porque as pessoas estacionam em cima do espaço verde. É uma vergonha! Também vamos policiar mais aquela zona para que os infratores sejam postos no lugar. É inadmissível, tem que haver disciplina, tem que haver rigor e tem que haver bom senso. 

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AS pessoas estão a pagar portagens para passar numa via que não reúne as melhores condições e para estarem paradas em filas de trânsito. Toda a gente que passa na A41 não devia pagar portagens. Não vejo máquinas a trabalhar e a Câmara não é informada sobre o que estão a fazer e quando estará pronto. Quem nos vai pagar os prejuízos que estamos a ter pelo excesso de trânsito?

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AGORA que o Estado tem 50% da TAP é importante que o Governo não deixe [a companhia aérea nacional] tirar rotas do aeroporto. Não podemos dar tiros para o ar. Isto é importante demais e não deve ser tratado por um ou dois presidentes de câmara, mas a uma só voz”. 

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A TAP está a desvalorizar o aeroporto internacional do Porto, uma infraestrutura que custou 400 milhões de euros e que vai ser tomado pelas companhias aéreas low cost.

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UMA das causas foi a falta de manutenção e isso é da competência do Ministério do Ambiente. As cheias acontecem porque por vezes os leitos dos rios não são limpos. Podia ser pior, mas nós não podemos controlar a água que chove. 

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A A3 é exatamente igual à A28, é um canal de distribuição de trânsito, não tendo lógica que Matosinhos e o Porto não sejam portajados e a Maia seja. 

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A DÍVIDA da câmara tem vindo a ser reduzida ao longo dos anos. 

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