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Moura Morta

Moura Morta

Moura Morta, Castro Daire

Asa de folha no desapego do ramo,
na incidência da luz fria do véu que flutua,
da grinalda dos nenúfares da bandeja do pranto.
Guarda a mão em ruína que alcança a beleza
e o silêncio para memória futura.

Por Óscar Possacos

 

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