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Ezequiel Sousa e Nuno Guedes campeões de columbofilia

PAREDENSES sagraram-se campeões nacionais de columbofilia. Ezequiel Sousa e Nuno Guedes são os primeiros do Vale do Sousa a conseguir esta classificação. Ezequiel Sousa, de 33 anos, e Nuno Guedes, de 35, sagraram-se, recentemente, campeões nacionais de columbofilia, ao conseguirem o primeiro lugar do pódio no Campeonato do Columbófilo – Velocidade. Os paredenses, que já no ano passado venceram dois campeonatos distritais, vão receber o troféu da Federação Portuguesa de Columbofilia em meados de Janeiro.

É a primeira vez que, no Vale do Sousa, alguém consegue alcançar este galardão, sustentam os naturais de Parada de Todeia e Baltar, que dedicam muito tempo e dinheiro à modalidade, ainda pouco reconhecida em Portugal.

Dupla possui 200 pombas

Ezequiel Sousa, técnico da Veolia – Águas de Paredes, e Nuno Guedes, empresário do mobiliário, estão juntos na competição desde 2004. O que os juntou foi a poupança de tempo e dinheiro, mas sobretudo o gosto pelos animais e pela modalidade.

Este ano a competir pela Sociedade Columbófila de Penafiel, os paredenses alcançaram o prémio máximo nacional e viram também um dos seus pombos ficar em segundo lugar no Campeonato do Pombo Ás – Velocidade. Para estes resultados participaram em 18 provas, divididas nas categorias de velocidade, meio-fundo e fundo, sendo que os resultados dos dois primeiros pombos a chegar ao destino contam para a pontuação que determina a vitória.

“A cada prova realizada melhoramos. E tivemos a sorte de enviar para as últimas duas provas da especialidade os nossos melhores atletas”, explica Ezequiel Sousa, um dos “treinadores de pombas”. Tanto ele como Nuno Guedes reconhecem os seus atletas a olho nu. Os preferidos, confessa Ezequiel, são o Turbo 45 e a Azul 74 que trouxeram a conquista do campeonato. “São pombas que podem custar muitas centenas de euros em Portugal e que, num país com outro mercado, valeriam 50 a 100 mil euros”, garante o natural de Parada de Todeia. Quanto às velocidades atingidas pelos animais, o paredense refere que podem ir dos 80 aos 115 quilómetros hora, com vento favorável.

É nessa freguesia que se localiza o pombal da dupla, com cerca de 140 “voadores” e 60 pombos reprodutores. A modalidade, explica, custa tempo e dinheiro. As aves exigem um cuidado diário, desde a alimentação à limpeza, assim como treinos bi-diários, em que praticam o voo.

Por Fernanda Pinto publicado in http://www.verdadeiroolhar.pt/

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